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Zezinho Correa, do grupo Carrapicho, morre por complicações da Covid-19

Cantor tinha 69 anos e ficou muito famoso na década de 90 com a banda Carrapicho e com o sucesso Tic Tic Tac

Zezinho Correa, do grupo Carrapicho, morre após complicações da Covid-19
Zezinho Correa, do grupo Carrapicho, morre após complicações da Covid-19 (Foto: divulgação)

Zezinho Correa, de 69 anos, que ficou famoso ao integrar o grupo Carrapicho, morreu neste sábado (6) em Manaus. Ele estava internado em um hospital particular da capital amazonense após um mês ao testar positivo para Covid-19. Ele ficou famoso nos anos 90 com o hit Tic Tic Tac. Ainda não há informações sobre o enterro e velório do artista.

Ele foi internado no último dia 5 de janeiro após sentir febre e dores no corpo. Na unidade de saúde, ele recebeu medicação e foi submetido a fisioterapia pulmonar. Dois dias depois, ele foi transferido para um leito de UTI para continuar o tratamento.

Porém, ele foi intubado devido ao agravamento da infecção ocasionada pela doença. Ele também foi submetido a uma traqueostomia. Nessa altura, a família dele teve que desmentir uma fake news sobre a morte do cantor.  “Notícia boa é para ser espalhada. Fake news devem ser repudiadas”, diz nota publicada no Instagram do músico à época. “Nós, da família do Zezinho Corrêa, viemos, por meio desta, informar que ele está na UTI da Samel, intubado, mas se recuperando bem da Covid. Com 100% de saturação”, informou a nota, na ocasião.

“Agradecemos todas as mensagens de carinhos, força, apoio, orações para nosso mais amado Zezinho Corrêa”, escreveram ainda. “Pedimos, por favor, mais empatia e respeito com a família que nesse momento segue exclusivamente voltada para a total recuperação do nosso querido.”

Junto com a banda Carrapicho, Zezinho fez muito sucesso no Brasil e na Europa com o single que estourou nos anos 90. No último dia 28 de dezembro, o cantor foi homenageado com um livro que conta a sua trajetória artística. A solenidade foi realizada no Centro Cultural Palácio Rio Negro. Atualmente, ele trabalhava como assessor de projetos sociais no Sesc Amazonas.