Vacinação

Vice-governador lança segunda etapa da campanha de vacinação contra febre aftosa

Devem ser vacinadas aproximadamente 10 milhões de bovídeos até o dia 30 de novembro. Pecuarista que não imunizar seus animais pode ser autuado




O vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico (SED), José Eliton, abriu oficialmente a segunda etapa da campanha de vacinação contra febre aftosa. Ele esteve representando o governador Marconi Perillo durante o evento, na manhã deste sábado, na Fazenda Boa Vista, em Abadiânia.

A campanha é coordenada pela Agrodefesa, órgão jurisdicionado à SED. O presidente Arthur Toledo também participou do lançamento da campanha e destacou a importância da vacinação dentro do prazo da campanha, até o dia 30 de novembro. “Todo rebanho bovino e bubalino, de até 24 meses, deve ser vacinado”, diz.

Além dos animais citados, também devem ser imunizados contra a raiva todos os animais herbívoros, incluindo equídeos e caprídeos, com idade de até 12 meses, dos 120 municípios considerados de alto risco para a doença no Estado, cuja lista pode ser encontrada no site da Agência Goiana de Defesa Agropecuária.

De acordo com a Gerência de Sanidade Animal da Agrodefesa, nessa etapa devem ser vacinadas aproximadamente 10 milhões de bovídeos, de um rebanho estimado de 21 milhões de cabeças. A Declaração de Vacinação deve ser encaminhada para a Agrodefesa até o 5º dia útil após o fim da campanha, o que pode ser feito online, no site da Agência, ou mediante formulário impresso, modelo também disponibilizado no mesmo site:www.agrodefesa.go.gov.br.

“Um rebanho saudável significa a democratização da renda. A melhoria da renda do produtor goiano. Afinal, somos um dos maiores exportadores de carne do mundo. A preocupação deste governo é manter a qualidade deste produto”, ressaltou o vice-governador e secretário José Eliton no lançamento da campanha de vacinação.

Na primeira etapa da vacinação, também em 2015, 99,72% do rebanho foi vacinado. É o quinto ano consecutivo que Goiás alcança o índice de vacinação previsto pela Agrodefesa.

O pecuarista que não imunizar seus animais terá que fazer a vacinação assistida por fiscais da Agrodefesa, além de ser autuado em R$ 7 por animal, ou R$ 14 em caso de reincidência, além de ter sua propriedade interditada. Merece atenção especial a observância do período de carência da vacina, pois durante a campanha, a movimentação de qualquer animal exige que o mesmo esteja imunizado a pelo menos 15 dias, se primo-vacinado, ou sete dias nos demais casos. Durante a etapa só serão emitidas Guias de Transporte Animal (GTA) entre propriedades com Declaração de Vacinação já lançada, ou para animais destinados ao abate.â??