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Vacinação contra gripe prioriza professores e adultos de 55 a 59 anos em nova fase

Vacinação segue até o próximo dia 5 de junho e Goiânia conta com pouco mais de 205 mil doses da vacina

Nova cepa do coronavírus preocupa o planeta (Foto: Divulgação/SES)
Goiânia recebe 54 mil de doses e campanha de vacinação contra a gripe é retomada

A Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia iniciou, nesta segunda-feira (18), a segunda fase da terceira etapa da vacinação contra a gripe em professores de escolas públicas e particulares e adultos de 55 a 59 anos. Essa etapa segue até o próximo dia 5 de junho. De acordo com a pasta, 205.800 doses estão disponibilizadas em 65 postos para imunização. (Veja onde se vacinar aqui)

De acordo com dados da SMS, na primeira fase, os idosos registraram uma cobertura vacinal de 125,19% e os trabalhadores da saúde estão com 81,55% de cobertura vacinal. Na segunda fase, 50.393 doses foram aplicadas em pessoas com doenças crônicas e 10.499 em força de segurança e salvamento.

Ainda nessa etapa, 282 funcionários do sistema prisional foram vacinadas e 433 presos. Caminhoneiros e motoristas do transporte coletivo somam 5.396 doses aplicadas. Na primeira fase da terceira etapa, as crianças registraram 15,99% da cobertura vacinal e as puérperas somam 56,30%. 930 pessoas com deficiências foram imunizadas. Até o momento, 5.030 professores foram imunizados e 40,96% dos adultos já foram vacinados.

A gerente de imunização da SMS, Polyana Braga, destaca que Goiânia, de uma maneira geral, esta com 71% dos grupos prioritários vacinados, mas que esse número é heterogêneo. “Nesse momento entraram os professores e os adultos, mas seguimos imunizando os demais grupos. Temos as crianças, por exemplo, que registram apenas 15% de cobertura vacinal. Mesmo que a vacinação tenha começou na semana passada, fica sempre um alerta”, pontua.

Segundo ela, o público infantil sempre foi um pouco difícil de atingir a meta de vacinação. Uma das explicações, segundo Polyana, encontradas nos anos anteriores é que a vacinação ocorre no horário de trabalho dos pais e as crianças dependem dos adultos para irem ao posto. “Nesse ano sabemos que muitos pais estão com suas atividades interrompidas e é necessário ir ao posto de saúde até mesmo para regularizar as vacinas de rotina, que ficaram suspensas durante a primeira fase”, ressalta.

Polyana destaca que não há previsões de novas vacinas cheguem ao município, mas que podem ser encaminhas já que o número inicial sofreu alteração devido a inserção de novos grupos de vacinação como os adultos de 55 a 59 anos e os caminhoneiros.