Do Mais Goiás

UE prorroga por um ano sanções contra a Venezuela

Venezuela vive uma séria crise econômica e humanitária desde que Maduro assumiu o governo de Hugo Chávez, em 2013

Venezuela está em crise desde a ascensão do presidente Nicolás Maduro; UE evita medidas duras por questões diplomáticas (Foto: Reprodução/EBC)
Venezuela está em crise desde a ascensão do presidente Nicolás Maduro; UE evita medidas duras por questões diplomáticas (Foto: Reprodução/EBC)

O Conselho da União Europeia (UE) prorrogou, na manhã desta segunda-feira (11), as medidas restritivas contra a Venezuela adotadas como resposta a consideradas ações antidemocráticas que, segundo a entidade, são praticadas no país e minam o Estado de Direito e “o respeito aos direitos humanos”. As sanções impostas contra 25 funcionários venezuelanos – por crimes como tortura – e o embargo de armas foram prorrogados por um ano, até 14 de novembro de 2020.

O país foi a primeira nação latina-americana a se tornar alvo de sanções por parte da UE. Conforme o Conselho, as medidas,  consideradas reversíveis, foram adotadas com o intuito de promover a adoção de soluções democráticas e garantir que o governo venezuelano atenda às necessidades do povo.

A UE tem hesitado em elevar a pressão contra Nicolás Maduro para que não seja necessário fechar os canais diplomáticos com com o país, ainda que nações opositoras e até mesmo os Estados Unidos manifestem apoio a medidas mais duras. O país vive uma séria crise econômica e humanitária desde que Maduro assumiu o governo de Hugo Chávez, em 2013. Grande parte dos problemas econômicos da Venezuela se deu pela abrupta queda do preço do barril de petróleo, principal produto de exportação nacional. 

*Com informações do Portal Uol Notícias e Revista Exame
* *Thaynara da Cunha é integrante do programa de estágio do convênio entre Ciee e Mais Goiás, sob orientação de Hugo Oliveira