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Tatá, Regina Casé e mais famosos homenageiam Paulo Gustavo um mês após morte

"Que saudade do seu beijinho e do seu carinho", escreveu Thales Bretas, viúvo do ator

Tatá, Regina Casé e mais famosos homenageiam Paulo Gustavo um mês após morte
(Foto: Reprodução/Redes sociais)

Morto há exatamente um mês por causa de complicações da Covid-19, o humorista Paulo Gustavo, 42, recebeu homenagens de amigos famosos nesta sexta-feira (4) pelas redes sociais.

Marido de Paulo, o médico Thales Bretas publicou um pequeno vídeo que mostra um momento de carinho entre eles. “Que saudade do seu beijinho e do seu carinho. Um mês sem seu corpo presente, mas nenhum minuto sem você!”, escreveu.

Grande amiga de Paulo, a comediante e apresentadora Tatá Werneck foi outra pessoa que fez questão de prestar sua homenagem.

“Um mês sem você. E eu ainda tenho impulsos rápidos de pegar o telefone pra te ligar e saber o que você está achando. Estava muito insuportável imaginar que o cara mais genial que eu já conheci não está aqui. Eu vejo seus vídeos e rio tanto. Você estará sempre aqui.”, postou.

A atriz Regina Casé diz que a saudade de Paulo só tem aumentado. “Diz que com o tempo melhora, mas só tem aumentado. Toda hora eu quero te ligar pra perguntar um troço. Hoje parece que acordei com mais saudade ainda. Como eu queria meu amigo amado.”

Ingrid Guimarães também falou de como a perda tem mexido com ela. “Paulo Gustavo virou nome de rua, projeto de lei e onde eu vou ainda só perguntam de você. Mas o que eu tenho saudade mesmo é do Gusti. Desse dia a dia de você passar lá em casa e me convencer a beber numa terça-feira ou cancelar tudo pra tomar café”, disse.

MORTE PELA COVID-19

A morte de Paulo Gustavo, aos 42 anos de idade, marca o fim precoce e repentino de uma carreira estelar, com poucos paralelos na indústria do entretenimento do nosso país. Em pouco mais de 15 anos, o ator saiu do anonimato para o posto de maior chamariz de público do cinema brasileiro.

O humorista estava internado na Unidade de Terapia Intensiva de um hospital no Rio de Janeiro desde o dia 13 de março com Covid-19. A morte aconteceu em 4 de maio.

Uma semana após a internação, ele teve de ser intubado porque estava com dificuldade para respirar. No dia 2 de abril, piorou e precisou da ajuda de uma espécie de pulmão artificial usado apenas nos casos mais graves. Um mês depois, teve uma embolia gasosa que se espalhou em decorrência de um rompimento do tecido do pulmão.

A trilogia “Minha Mãe É uma Peça”, estrelada por seu alter ego Dona Hermínia, vendeu cerca de 22 milhões de ingressos. O terceiro longa ostenta atualmente o título de maior bilheteria de filme nacional de todos os tempos, com uma renda bruta de R$ 143,9 milhões.