Energia

Subestações da Celg são ampliadas em Anápolis e Barro Alto

Inauguração em Anápolis está prevista para o dia 9 de setembro. Subestação duplicará potência de energia e agregará R$ 1,8 milhão de receita anual à Celg GT




O Governo de Goiás entregará, neste mês, a ampliação de duas subestações da Celg Geração e Transmissão (Celg GT), responsáveis pelo abastecimento de energia de Anápolis, Barro Alto, Itapaci, e de municípios próximos. A ampliação das redes garantirá o dobro da potência ofertada atualmente e a geração e transmissão de energia pelos próximos 30 anos. Também aumentará significativamente a receita anual da Celg GT.

A inauguração da segunda fonte de transmissão da Subestação Pirineus, em Anápolis, está prevista para o dia 9 de setembro. A ampliação duplicará a potência atual, de 225 megawatts para 450 megawatts. O investimento por parte do governo estadual é de R$ 15 milhões. A fonte de transmissão garantirá o suprimento com mais energia paa Anápolis, Abadiânia, Corumbá, Pirenópolis e Alexânia, e agregará R$ 1,8 milhão de receita anual à Celg GT até o ano de 2043. “É a garantia de mais energia, melhor qualidade e mais segurança”, afirma o diretor técnico e comercial da Celg GT, Augusto Francisco da Silva.

O circuito 2 da linha de transmissão Barro Alto-Itapaci, chamada de Lago Azul, também deverá ser inaugurado neste mês. A linha é resultado de uma Sociedade de Propósitos Específicos (SPE) entre a Celg GT e Furnas. Ela tem 60 quilômetros e dois terminais. A Celg GT tem 50,1% da subestação, e Furnas 49,9%. O investimento é de R$ 30 milhões.  A subestação atende, hoje, os municípios de Itapaci, Crixás, Nova Crixás, Mozarlândia, Araguapaz; as mineradoras Serra do Ouro, Serra Grande e Maracá, além de todo o sistema de Distribuição da Companhia Hidroelétrica São Patrício (CHESP): Ceres, Rialma e mais sete municípios.

A nova linha garantirá abastecimento para os próximos 30 anos, e agregará ao consórcio receita anual de R$ 3 milhões até o ano de 2042.

Campo Grande

A ampliação das redes de transmissão da Celg GT é prioridade do governo estadual e uma das maiores demandas do setor de energia. Em agosto, o governador Marconi Perillo inaugurou uma subestação em Campo Grande (MS), construída em parceria com a iniciativa privada, que acrescentará R$ 7 milhões de receita anual à Celg GT.

No evento, Marconi afirmou que a Celg GT é hoje uma empresa superavitária, com R$ 80 milhões em caixa. A Subestação Campo Grande 2 tem capacidade instalada de 300 mil kVAs, suficiente para atender toda a capital de Mato Grosso do Sul e sua Região Metropolitana.