Saúde

Sobe para cinco o número de casos de Sarampo confirmados em Goiás

De acordo com a pasta estadual, paciente é adulto, morador de Goiânia e o teve vínculo epidemiológico com os outros dois casos já registrados na cidade


Joao Paulo Alexandre
Do Mais Goiás | Em: 09/11/2019 às 12:09:45

Sobe para cinco o número de casos de Sarampo confirmados em Goiás (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Sobe para cinco o número de casos de Sarampo confirmados em Goiás (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Subiu para cinco o número de casos de Sarampo confirmados em Goiás. De acordo com a Secretária de Estado de Saúde (SES), o paciente é adulto, morador de Goiânia e o vínculo epidemiológico se deu ao contato com os outros dois casos que já estavam confirmados na capital.

De acordo com pasta estadual, em Goiás já são 170 casos suspeitos da doença. Destes, 120 foram descartados e 45 seguem em investigação. Além dos três casos em Goiânia, foram confirmados um em Posse e outro em Alto Paraíso de Goiás.

De acordo com a pasta, a única forma de prevenção da doença é pela vacina. Neste ano, foram desenvolvidas atividades voltadas para incentivar a população se imunizar. O foco são pessoas que estão com as carteiras de vacinação incompleta para o Sarampo, conforme recomendação do Ministério da Saúde (MS).

Vacinação

A SES afirma que Goiás atingiu a meta de cobertura vacinal dedicada à primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação. Ela foi destinada para crianças de seis meses e menores de cinco anos. O índice de vacinação alcançado foi de 103,73% e a média nacional é de 97,33%.

A segunda etapa da campanha será realizada entre os dias 18 a 30 de novembro. Agora, o foco são pessoas entre 20 a 29 anos. O dia D será realizado no dia 30 de novembro. O objetivo é resgatar não vacinados ou completar os cartões com as doses necessárias para as pessoas se virem livres da doença.

Quem pode se vacinar contra o Sarampo?

De acordo com o MS, o Sarampo é uma doença infecciosa grave, causada por um vírus. A transmissão ocorre pela tosse, fala, espirro ou respiração de uma pessoa infectada.

Segundo o MS, a chamada dose zero deve ser dada em crianças de seis meses e menores de um ano. A primeira dose deve ser aplicada quando a criança completar um ano e a segunda, e última dose, aos 15 meses de idade. Com as três aplicações, a pessoa estará imunizada por toda a vida.

Caso a pessoa só tenha tomado uma das doses até os 29 anos, o MS recomenda a aplicação da segunda dose da vacina. Caso seja comprovado que a pessoa recebeu as duas doses, ela não precisa ser imunizada. Se a pessoa tiver 30 anos ou mais, é necessária apenas uma dose. Ela deve ser aplicada caso a pessoa não se lembre ou tenha perdido o cartão de vacinação.