Eleições para o Senado

“Senado precisa de parlamentar aberto ao diálogo”, diz Marina Sant´Anna

Candidata destaca necessidade de cargo no Senado Federal ser ocupado por representante que garanta continuidade das conquistas obtidas pela população




A superação da pobreza é realidade para cerca de 1,7 milhão de brasileiros, de acordo com registros do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). Quantitativo que, para a candidata ao Senado Federal, Marina Sant´Anna (PT), é sinônimo de vitória, pois prova o quão significativa é a implementação de políticas públicas que realmente estejam voltadas para promover o bem-estar da população mais carente do País. E é trabalhando nesta linha de atuação que Marina pretende, se eleita, fortalecer e ampliar os benefícios que são oferecidos por meio dos Programas Sociais do Governo Federal.

Para a candidata, é inegável o quanto evoluiu a qualidade de vida da parcela mais carente do Brasil, e os resultados de pesquisas estão aí para comprovar a veracidade do fato. A questão é que, para garantir o não retrocesso do que já foi conquistado e – mais ainda – aplicar novas políticas que fomentem a inclusão, o eleitor deverá optar por um representante que verdadeiramente esteja disposto a dialogar com as demais esferas do poder.  

“Sei que Ronaldo Caiado (DEM) é uma grande liderança, mas tem um nível de isolamento muito grande. É um parlamentar de extrema direita, absolutamente sectário e com certa dificuldade de reconhecer os ganhos de um governo que é de oposição. A postura deve ser diferente no Senado, que é composto, de maneira geral, por ex-governadores, lideranças que conhecem o que é um governo, têm experiência ampla e, por esta razão, são mais tendentes ao diálogo”, destaca Marina Sant’Anna.

O principal adversário nestas eleições é, para Marina, a representação do bloqueio ao bom andamento de uma política que está dando excelentes resultados. “Ronaldo Caiado é contra todas as políticas que ajudam a diminuir as desigualdades sociais no Brasil. E as melhorias são comprovadas por estudos e pesquisas que avaliam a qualidade de vida do cidadão. Houve a valorização do salário mínimo, por exemplo, implementação do Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego), alfabetização de adultos, Cmei (Centro Municipal de Educação Infantil), entre outras ações. Esses programas atingem parcela da população que, antigamente, não tinha qualquer acesso a estes benefícios e que, mesmo hoje, não conseguiria alcançá-los por conta própria”, ressalta Marina.

Civilizatórias
A reunião de todas esses programas sociais oferecidos pelo governo federal, para Marina Sant’Anna, nada mais é do que uma política civilizatória. Ela sabe que a miséria é um problema crônico de uma sociedade “e se não houver ações diretas, não haverá redução das desigualdades. Os índices positivos que mostram esta nova realidade de inserção social do povo brasileiro são, obviamente, fruto destas políticas sociais de inclusão e combate à miséria. Não falo de perfeição, mas de busca em resolver o problema da nossa civilização, pois é incabível ver pessoas passando fome”, diz a candidata.

Um programa social que é referência para Marina Sant’Anna é o Bolsa Família. Segundo dados do MDS, o programa não só aliviou a pobreza monetária como também atingiu significativos avanços na educação, saúde segurança alimentar e nutricional de milhões de brasileiros. “A transferência de renda é repassada até aquela comunidade ou família se emancipar, visando superar o histórico acúmulo de fome e miséria. Hoje, 1,7 milhão de brasileiros deixaram de receber o benefício por não precisar mais da ajuda do governo”.

Os notáveis impactos do programa ainda podem ser observados na área do empreendedorismo. Aproximadamente 350 mil pessoas que receberam o auxílio hoje são microempreendedores individuais, sendo esta uma forma de complementação de renda. Além desse estímulo na economia, análises sobre impacto do programa revelaram que a estabilidade gerada pela garantia da renda aumentou o poder de decisão das mulheres no lar. Fato que leva, inclusive, a questionar a dominação masculina.