Saúde

Segplan e SES lançam metas de competitividade para saúde

Thiago Peixoto elogiou a forma como a SES abraçou o Programa Goiás Mais Competitivo.




O secretário de Gestão e Planejamento, Thiago Peixoto, e o secretário de Estado da Saúde, Leonardo Vilela, apresentaram na tarde desta quinta-feira (03/12) as duas metas firmadas entre a Secretaria de Estado da Saúde (SES) e a Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan) previstas do Programa Goiás Mais Competitivo: ampliar o acesso à atenção básica à saúde e reduzir a mortalidade infantil até 2018.

Thiago elogiou a forma como a SES abraçou o Programa Goiás Mais Competitivo. “A gente tende a resistir ao diagnóstico. Mas a Secretaria da Saúde não discutiu com os dados apresentados. Pelo contrário, os encarou como um desafio”, destacou.

Com a metas pactuadas, para o titular da Segplan, Thiago Peixoto, o próximo passo é o monitoramento das ações que vão garantir os avanços. “A Segplan dará todo o apoio necessário que dará condições para que a Saúde continue avançando em Goiás”, afirmou.

“Se por um lado Goiás avanço muito no atendimento de alta e média complexidade, precisamos ter esse mesmo avanço na atenção primária à saúde”, pontuou o secretário de Saúde Leonardo Vilela. Para ele, investir em saúde é melhorar a qualidade de vida do cidadão.

De acordo com Leonardo, em 2014, Goiás tem 69,16% da população coberta pelas equipes de estratégia da Saúde da Família, ocupando a 22ª colocação no ranking nacional. A meta pactuada, para 2018, é de ter 84% da população atendida. “Com essa cobertura, reduzimos consequentemente os gastos com a saúde por meio da prevenção”, explicou.
 
Goiás conta hoje com 1.328 equipes de Saúde da Família implantadas. O compromisso da Secretaria da Saúde é que, até 2018, haja um incremento de 323 equipes. “O desafio é grande pois para atingirmos essa meta dependemos dos municípios e do governo federal”, comentou Leonardo.

Já a redução da mortalidade infantil, para o secretário de Saúde, é o maior desafio. “Na minha opinião, como médico pediatra, esse é o principal indicador da saúde”, revelou Leonardo. Goiás tem hoje um índice de 13,86 óbitos para cada 1.000 nascidos vivos, ocupando a 12ª posição no ranking nacional. Em 2018, o Estado quer reduzir esse indicador para 10,56.

Como próximos passos para a saúde, para o ano que vem, Leonardo antecipou como prioridade o combate ao mosquito Aedes Aegypt, vetor de doenças como dengue, febre amarela, chikungunya e zyca vírus, e a elucidação de casos de microcefalia no Estado.