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Roger Waters, do Pink Floyd, se casa pela quinta vez

Músico publicou fotos da união com Kamilah Chavis nas redes sociais: "muito feliz"

Músico publicou fotos da união com Kamilah Chavis nas redes sociais. Roger Waters, do Pink Floyd, se casa pela quinta vez
Roger Waters, ex-vocalista da banda Pink Floyd, casou com Kamilah Chavis (Foto: Reprodução Instagram rogerwaters)

Aos 78 anos, Roger Waters se casou pela quinta vez. Na quarta (13), ele compartilhou nas redes sociais foto da união com Kamilah Chavis. “Estou muito feliz”, escreveu o ex-Pink Floyd na legenda das imagens.

Em 2015, Waters se separou de Laurie Durning, sua quarta esposa. Eles moraram juntos por 10 anos. O primeiro casamento do músico foi com Judith Trim, sua namorada de infância. Ele também foi casado Lady Carolyne Christie, com que teve dois filhos, Harry e India.

Também teve um filho, Jack Fletcher, com a terceira mulher, Pricilla Phillips, com quem Roger Waters ficou casado de 1993 até 2001.

Em junho, Waters disse ter negado um pedido de Mark Zuckerberg para usar a música “Another Brick in the Wall (Part 2)”, clássico do Pink Floyd, numa campanha publicitária para o Instagram.

O músico mostrou o suposto email com a solicitação feita por Zuckerberg ao participar da conferência “Free Assange Forum”, fórum de apoio ao jornalista australiano Julian Assange. Segundo Waters, o fundador do Facebook ofereceu “uma enorme quantidade de dinheiro” para usar a música.

“É uma carta do Mark Zuckerberg destinada a mim. Chegou hoje de manhã, com uma oferta de muito, muito dinheiro. A resposta é vá se f*. Nem f***! E só exponho isso porque há um movimento incessante deles pela posse de absolutamente tudo”, afirmou Roger Waters na ocasião.

Roger Waters critica Bolsonaro e cospe ao falar nome do presidente

O cantor britânico Roger Waters fez críticas aos governos de Bolsonaro, Donald Trump e de demais presidentes de países pelo mundo. Roger Waters publicou nas redes sociais um cover da música “The Right to Live in Peace” / “El Derecho de Vivir en Paz”, composta pelo músico chileno Víctor Jara em 1971.

Na música, que exalta os protestos no Chile de 2019, Waters mudou alguns versos para tocar nas feridas de países como o Brasil ao criticar a ascensão de presidentes que, segundo ele, “machucam as pessoas”.

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