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Pronto-Socorro Psiquiátrico Wassily Chuc, em Goiânia, ganha nova sede

Atendimento agora será no Jardim América. Antigas instalações apresentavam vários problemas estruturais

A Prefeitura de Goiânia anunciou a nova sede do Pronto Socorro Psiquiátrico Wassily Chuc. A partir desta sexta (30), os pacientes serão atendidos na Rua C-107, Qd. 310-A Lts. 12,13 e 14, no Jardim América.

De acordo com a prefeitura, a nova sede do hospital tem uma área de 2.000 m² e conta com ventilação natural e reestruturação da enfermaria, da área de convivência e do refeitório, cumprindo também as exigências da Vigilância Sanitária e Corpo de Bombeiros.

A secretária de Saúde Fátima Mrué, afirma que as mudanças contemplam tanto as reivindicações da população quanto as recomendações do Ministério Público de Goiás. “As melhorias do Wassily Chuc sempre foram uma meta da nossa gestão na Secretaria Municipal de Saúde. Houve um grande empenho da nossa parte para oferecer uma estrutura e um atendimento melhor aos pacientes psiquiátricos”, ressaltou.

Mudança necessária

A nova sede do Pronto Socorro vem para atender uma demanda antiga do município que as instalações antigas não conseguiam mais suprir. O prédio anterior apresentava graves problemas de estrutura física, como fiação exposta apresentando risco de incêndio, além de paredes mofadas e com rachaduras. Além disso, os prontuários dos pacientes ficavam espalhados pelo chão de algumas salas, sem organização e locais adequados de armazenamento

Em 2015, a Secretaria Municipal de Saúde decidiu por fechar a unidade e transferiu a demanda para os Centros de Atenção Psicossocial (CAPs). A decisão veio depois de uma vistoria feira pela Comissão dos Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil de Goiás (OAB-GO) realizada em junho de 2015, e que constatou as condições precárias de funcionamento.

Diante da impossibilidade de realizar uma reforma, por se tratar de um prédio alugado, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) decidiu alugar e readequar um imóvel em Goiânia para abrigar a unidade. A decisão foi tomada em conjunto com a SMS, com o Ministério Público de Goiás e com a classe médica.