Vila Redenção

Presos em flagrante durante tentativa de assalto à farmácia deixam bombas no local

Artefatos foram descobertos após checagem das câmeras de segurança pelo proprietário

Cidades

Francisco Costa
Do Mais Goiás | Em: 29/12/2019 às 12:47:22

(Foto enviada por uma fonte)
(Foto enviada por uma fonte)

O Mais Goiás recebeu a denúncia de que duas bombas foram colocadas em uma farmácia na Praça do Comércio, na Vila Redenção, em Goiânia, na noite de sábado (28), durante uma tentativa de assalto, que foi frustrada pela Polícia Militar (PM). Apesar disso, o artefato só foi descoberto neste domingo (29), quando o proprietário do estabelecimento foi checar pelas câmeras de segurança o ocorrido.

As informações foram passadas por um comerciante da Praça, que preferiu não se identificar. Na noite de sábado, disse ele, quando um funcionário da drogaria fechava as portas, ele foi abordado por dois indivíduos, que o levaram para dentro e deram a voz de assalto contra os trabalhadores de dentro comércio. O proprietário, segundo essa fonte, fechava o caixa no momento do crime. Além dos funcionários, havia uma mulher no local, utilizando o caixa eletrônico – ela teria sido agredida.

Por se tratar de uma praça com diversos comércios, um trabalhador percebeu a ação e acionou a polícia, que chegou a tempo de prender, em flagrante, os acusados. Porém, segundo a fonte, os suspeitos já tinham colocado dois artefatos em meio a caixas de remédio, que foi visto nas filmagens e resultou no chamamento do esquadrão antibombas na manhã deste domingo.

No momento em que o Mais Goiás conversou com sua fonte, a PM já tinha removido as bombas, segundo ela, e deixado o local. O sargento Bastos, do do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), equipe que possui o esquadrão antibomba, confirmou a ocorrência de sábado e as informações repassadas pela fonte ao portal. Segundo ele, a intenção dos suspeitos era de explodir o caixa eletrônico.

Os nomes dos acusados não foram informados. A ocorrência teve inicio no sábado, com a Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam). A investigação segue com a Polícia Civil.