Violência

Preso trio suspeito de matar a pedradas e ocultar corpo de homem por dívida de R$ 400, em Catalão

Segundo a Polícia Civil (PC), todos se conheciam e a vítima devia valor para um dos suspeitos. Um menor, que também teria ajudado no assassinato está foragido


Joao Paulo Alexandre
Do Mais Goiás | Em: 05/07/2019 às 12:26:36

Trio teria matado a vítima por uma dívida de R$ 400 (Foto: Divulgação/PC)
Trio teria matado a vítima por uma dívida de R$ 400 (Foto: Divulgação/PC)

Três pessoas foram presas, na noite desta quinta-feira (4), suspeitas de matarem e ocultarem o corpo de Alisson Carlos Bruno Teixeira, de 25 anos, em Catalão, região Sul de Goiás. De acordo com a Polícia Civil (PC), Carlos Magno Rodrigues de Freitas, de 32 anos, Luana da Silva Nunes, de 28, e Bruno Ribeiro de Sá, de 25, teriam matado a vítima por causa de uma dívida de R$ 400.

Segundo o delegado Vitor Magalhães, Alisson estava desaparecido desde o último dia 24 de junho. O trio confessou que foi até a casa da vítima e a obrigou a entrar dentro de um veículo. Na sequência, eles foram até o cemitério da cidade, local em que o jovem foi morto. Eles tiveram ajuda de um menor, que continua foragido.

“Eles alegaram que deram diversas pedradas na cabeça de Alisson e o enforcaram com uma mangueira. Posteriormente, cavaram uma cova e enterraram a vítima. O corpo foi encontrado com as mãos amarradas”, conta, após destacar que Carlos não teria participado diretamente do homicídio, mas tinha o conhecimento da execução do crime pelos demais.

Segundo o delegado, os envolvidos se conheciam pela venda de drogas. Bruno, inclusive, chegou a morar com Alisson e a polícia suspeita de que ele seja o real cobrador da dívida. Vitor destaca ainda que Carlos possui passagens por tráfico, lesão corporal e furto. Luana, por sua vez, tem antecedentes criminais por receptação, tráfico e por três homicídios. A vítima já possuía registros por associação e por tráfico de drogas.

Os três estão detidos na penitenciária da cidade e responderão por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Cova cavada para enterrar a vítima dentro do cemitério da cidade (Foto: Divulgação/ PC)