Laylla Alves
Do Mais Goiás

PM prende homem suspeito de esfaquear e atear fogo na namorada, em Aparecida

Suspeito confessou o crime e disse que o fez por estar "fora de si"

Polícia prende homem suspeito de esfaquear namorada e depois atear fogo no corpo, em Aparecida
Polícia prende homem suspeito de esfaquear namorada e depois atear fogo no corpo, em Aparecida (Foto: Leitor/Divulgação)

A Polícia Militar (PM) prendeu E. S. M. suspeito de esfaquear a namorada e depois atear fogo no corpo da vítima no setor Jardim Tiradentes, em Aparecida. O caso aconteceu na tarde deste domingo (14). Ele confessou que esfaqueou a namorada, porém, não se lembra de ateado fogo nela. Ele disse, também, que cometeu o crime por estar “fora de si”. Já a mulher não resistiu aos ferimentos e o morreu no local.

De acordo com o relato da polícia, a equipe foi acionada e quando chegou ao local do crime, vizinhos tentavam apagar o fogo que consumia a vítima. Os militares contaram que ela estava ao lado de um botijão de gás, com o corpo cheio de sangue, todo queimado e com sinais de golpes de faca. Na residência também foi encontrada uma porção de maconha.

O Corpo de Bombeiros Militar (CBM) e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram até o local e constataram a morte da mulher, segundo a PM. O Grupo de Investigações de Homicídios (GIH) também esteve no local. Já o Instituto Médico Legal (IML) foi até a residência e recolheu o corpo.

O suposto autor fugiu após cometer o crime, mas foi encontrado e detido por testemunhas que estavam na rua. A polícia foi acionado e disse que ele estava com vários ferimentos pelo corpo, inclusive na cabeça. Então o suspeito foi encaminhado ao Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo). Após ser atendido, ele foi levado para a Central de Flagrantes de Aparecida.

O delegado João Carlos de Freitas Junior disse que ao ser ouvido, o suspeito contou que no momento do fato, os dois usavam LSD e começaram a discutir porque a vítima disse ao namorado que ele havia roubado a droga dela. O investigador também contou que a Polícia Civil apurou que não havia nenhum tipo de medida protetiva contra o rapaz.

João Carlos disse que a polícia segue investigando o caso e que na terça-feira (16) mais pessoas serão ouvidas.