Tráfico de drogas

PM apreende meia tonelada de maconha em condomínio de luxo em Goiânia

Desempregado que guardava o entorpecente em casa e uma mulher que chegou para buscar parte da droga foram presos em flagrante




Policiais militares da Companhia de Policiamento Especializado (CPE) de Aparecida de Goiânia aprenderam em um condomínio fechado de Goiânia na noite desta quinta-feira (10) meia tonelada de maconha. O filho dos donos do imóvel e uma mulher que chegou ao local para buscar parte do entorpecente foram presos em flagrante.

Os militares da CPE de Aparecida de Goiânia seguiram para o Setor Jardim Atlântico na Capital após receberem denúncia de que um traficante que teria uma grande quantidade de drogas em casa e que havia saído a pé para comercializar parte do entorpecente. Ao visualizarem um rapaz que carregava nas costas uma mochila, e que demonstrou nervosismo ao perceber a aproximação da viatura, os policiais resolveram abordá-lo.

Na mochila levada por Fausto Ribeiro, de 33 anos, os policiais encontraram dois tijolos de maconha. Flagrado, ele confessou que seus pais estavam viajando e que tinha em sua casa, localizada em um condomínio fechado no mesmo bairro, outras porções da droga.

Os policiais então entraram no condomínio e encontraram, no quatro de Fausto, outros tijolos totalizando pouco mais de 500 quilos de maconha. No momento em que os militares ainda estavam no condomínio, Ane Caroline Moreira de Andrade, de 33 anos, chegou de carona para buscar 300 quilos de maconha, ocasião em que também recebeu voz de prisão. “A Ane, que já tem passagem por receptação e ameaça, estava com um idoso que contou ter dado uma carona para ela buscar uma encomenda em uma casa sem saber do que se tratava. Pela simplicidade dele nós acreditamos nessa versão, mas os três serão apresentados na Central de Flagrantes”, relatou o tenente Edson Lins da CPE.

O oficial disse ainda que Fausto, que contou estar desempregado, alegou que estava guardando a droga para um conhecido a fim de pagar uma dívida. “Ele não disse quem seria esse conhecido e nem quanto devia a ele, o que para nós torna essa história totalmente fantasiosa”, concluiu Edson Lins.