TECNOLOGIA

Pesquisadores israelenses criam máscara que mata coronavírus

Grupo de engenheiros cria protótipo autolimpante usando corrente elétrica que, segundo eles, poderia custar apenas US$ 1


Agência O Globo
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Do Agência O Globo | Em: 24/05/2020 às 12:19:38

Descarte de máscaras tornou-se problema ambiental; máscara autolimpante é opção criada por pesquisadores isaraelenses Foto: RAFAEL MARCHANTE / REUTERS
Descarte de máscaras tornou-se problema ambiental; máscara autolimpante é opção criada por pesquisadores isaraelenses Foto: RAFAEL MARCHANTE / REUTERS

Pesquisadores israelenses criaram uma máscara autolimpante capaz de matar o coronavírus por meio de uma corrente elétrica fornecida por um carregador de celular.

A máscara, desenvolvida por cientistas da Faculdade de Ciências e Engenharia de Materiais da Technion, em Israel, usa uma camada interna de fibra de carbono que, ao ser aquecida, destrói patógenos que podem se acumular nela.

O grupo de engenheiros já fez um pedido de patente nos EUA, de acordo com o jornal “The Telegraph”, e esperam vendê-la por US$ 1.

Além de combater o novo coronavírus, a máscara pode ajudar a reduzir o impacto ambiental, uma vez que com o uso em massa e o descarte inadequado, as descartáveis, que geralmente levam anos para se degradar, estão poluindo todo o planeta.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta semana um projeto que obriga o uso de máscaras de proteção individual em todo o Brasil durante a pandemia. A regra deverá ser observada em espaços públicos, transporte coletivo e locais privados acessíveis ao público.

Para virar lei, o projeto ainda precisa ser aprovado pelo Senado e sancionado pelo presidente da República. Desde que o surto do coronavírus chegou ao país, alguns municípios e estados já legislaram sobre o assunto.