Em Goiânia

Patrulha Maria da Penha registra 1.511 acompanhamentos de medidas protetivas

Em Goiás, a Patrulha promove, em parceria com as secretarias de Segurança Pública e Cidadã, o atendimento qualificado às ocorrências de violência doméstica e familiar




Marco legal no combate a violência contra a mulher, a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), representa uma grande mudança na forma como o Estado passou a tratar determinadas condutas praticadas contra as mulheres. Em Goiás, a Patrulha Maria da Penha promove, em parceria com a Secretaria de Segurança Pública e Secretaria Cidadã, preventivamente o atendimento qualificado às ocorrências de violência doméstica e familiar, apoiando o cumprimento das medidas protetivas prevista em lei.

No Estado, o projeto piloto começou o trabalho na Região Noroeste de Goiânia e atualmente atende toda a região goiana. Anápolis foi à primeira cidade do interior goiano a contar com a Patrulha, que oferece um atendimento especializado às ocorrências de violência doméstica contra a mulher.

Em Goiânia, foram 1.511 acompanhamentos de medidas protetivas, de urgência, 24 ocorrências registradas, 2.636 visitas solidárias. Em Anápolis, foram registradas, 423 visitas solidárias, e 13 flagrantes. Para a tenente Dayse, comandante da Patrulha Maria da Penha em Goiânia, as conquistas alcançadas pela implantação da Patrulha são visíveis.

“Além de reduzir significativamente as ocorrências de violência doméstica contra a mulher em nosso Estado, a Patrulha tem o papel conscientizador junto à comunidade, no intuito de unir esforços para o combate da violência contra a mulher, atuando junto às escolas, faculdades e Centro de Referências de Assistências Sociais”, diz a tenente

As equipes que fazem rondas e atendem aos chamados são compostas por três policiais militares, sendo duas mulheres com treinamento específico para fiscalizar o cumprimento das medidas protetivas determinadas pelo Poder Judiciário. A presença das profissionais de segurança do sexo feminino é para que as vítimas se sintam menos constrangidas e mais acolhidas para relatar o ocorrido.

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