Eleições 2018

Pai de Vladimir Safatle, da Rede, pode assumir 2ª suplência de Lúcia Vânia

Fernando teria sido convidado pela própria senadora para assumir o cargo, diante das eleições de 2018


Bárbara Zaiden
Do Mais Goiás | Em: 08/08/2018 às 19:07:28

Fernando Safatle é pai do filóso nacionalmente renomado, Vladimir Safatle
Fernando Safatle é pai do filóso nacionalmente renomado, Vladimir Safatle

Fernando Safatle, o pai do filósofo Vladimir Safatle (Rede), vai concorrer às eleições de 2018 como segundo suplente de Lúcia Vânia (PSB). A senadora concorre à reeleição ao Senado Federal pela coligação da base aliada ao Governo de Goiás, com o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).

A informação foi transmitida ao Mais Goiás por um dos coordenadores de organização do partido em Goiás, José Aluízio. Até o fechamento da notícia, este portal não conseguiu o contato de Fernando para confirmar.

Outro fato envolvendo o partido Rede Sustentabilidade foi a desistência deste em concorrer ao Governo de Goiás. A legenda chegou a lançar a pré-candidatura de Edson Braz, que após pouco tempo teve o nome retirado do pleito. Ainda de acordo com Aluízio, o motivo seria a necessidade de criar alianças nacionais, principalmente com o Partido Verde (PV), em apoio à pré-candidatura de Marina Silva à Presidência da República.

Aluízio ainda informou que não houve ressentimentos em relação à decisão, mesmo com um programa de governo que já estava muito adiantado. “O Edson, por ser excelente, se retirou para permitir a coligação. Não existe constrangimento”, disse.

Edson Braz, por sua vez, confirmou que o clima continua tranquilo no partido e disse que seria chamado para trabalhar ligado à coordenação da presidenciável. “Ainda não foi oficializado, mas já estamos nos organizando para mobilizar, pelo menos aqui em Goiás. Independente de qualquer coisa, estou mobilizado. Queremos muito ver a Marina no segundo turno e vencer a cláusula de barreira”, disse Edson.

“Eu queria muito essa candidatura, tanto é que eu não me candidatei a nada [depois da retirada]”, afirma Edson. Ele ainda explicou ao Mais Goiás que o intuito é manter a credibilidade de seu nome e do partido, ao invés de utilizar a pré-candidatura para depois buscar outros cargos menores, como outras legendas costumam fazer.