Tecnologia

Nem só de games vive a BGS

Lojas, cosplay, palestras e outras atividades animam a feira




A Brasil Game Show (BGS) é o maior evento de games da América Latina, o que atrai centenas de pessoas em seus quatro dias de eventos essa semana. Porém, isso também gera problemas, como filas de espera de até quatro horas para poder jogar aquele título inédito bem antes do lançamento.

Porém, para a alegria de todos os participantes, não é só de video games e lançamentos que vive o evento. Durante os quatro dias de evento, campeonatas, lojas e até palestras e exposições marcaram presença no São Paulo Expo.

Talvez o principal destaque fique por conta dos campeonatos. Em um dos maiores espaços do salão, acontece a BGC – Brasil Game Cup. Se trata de um campeonato oficial de diversos e-sports, tendo como principal destaque a disputa de Counter-Strike.

 

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Mas fora da BGC, diversos stands organizaram competições formais e informais entre os participantes. No stand da Microsoft, por exemplo, era possível entrar em partidas de Killer Instinct e Gears of War.

A Ubisoft separou a maior parte de seu enorme stand para a competição de Just Dance 2017 e para partidas de Rainbow Six: Siege em seu novo conteúdo DLC, a Operação Skull Rain.

Fora eles, diversos espaços fizeram competições: Street Fighter V no stand da Capcom, FIFA 2017 no stand da EA e assim por diante, atraindo dezenas de participantes e de expectadores.

Mas se você gosta de fazer compras, as lojas talvez sejam a principal atração fora dos stands de jogos. As principais lojas de colecionáveis de São Paulo marcaram presença na exposição, como Limited Edition e Bazar Magic.

 

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Mas a loja mais impressionante foi, obviamente, a ToyShow. Mais parecia verdadeiramente uma exposição do que uma loja, com estátuas e props que podiam custar facilmente dois mil dólares.

Porém, se você vai deixar suas compras para o último dia do evento, talvez seja melhor ficar atento: algumas peças podem ser encontradas em mais de uma loja, especialmente colecionáveis de marcas muito populares (Os Vingadores, Game of Thrones, etc). O resultado é que os preços estão variando muito, então convém fazer uma pesquisa dentro do evento.

Embora os colecionáveis sejam as estrelas, as lojas possuem muito mais: camisetas, adesivos, canecas, acessórios, jogos de tabuleiro e até artigos de papelaria com temas nerds e de video games ocupam as lojas das dezenas de stands de vendas.

Fora as lojas de artigos gerais, é importante relembrar que algumas marcas r lojas de tecnologia possuem stands na feira. a NVidia e a Razer, por exemplo, estavam por lá vendendo seus aparelhos com promoções especiais. Já outros varejistas como a Saraiva e as Lojas Americanas estavam por lá fazendo de tempo em tempo promoções relâmpago, inclusive em jogos e video games.

Mas se você foi na BGS fazer negócios, havia alguns lugares certeiros para ir. O primeiro foi o Pavilhão Coreano, um stand apenas de representantes de tecnologia sul-coreanos em busca de parcerias e outras oportunidades no mercado brasileiro tanto para o desenvolvimento de jogos quanto para distribuição e intercâmbio.

 

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Fora isso, no espaço indie diversos títulos estavam na feira especificamente para encontrar distribuidores e parceiros, mais do que para mostrar os seus jogos para o público geral. Por fim, entre os stands independentes estavam rolando palestras e workshops com palestrantes convidados. Entre eles estava até mesmo o popular estúdio brasiliense Behold.

Ali sim era um exato ponto de encontro para que devs de todo o Brasil trocassem conhecimento e firmassem parcerias e contatos entre sim, consolidando a pequena, porém crescente, comunidade dev do país.

Para encerrar, havia também uma exposição com a história dos video games, trazendo aparelhos desde os anos 1970 até a geração atual de consoles, com verdadeiros tesouros em bom estado de conservação.

Em complemento com isso, a BGS também recebeu um fliperama. Isso mesmo, um espaço só com arcades e dezenas de outras máquinas para matar a saudade do tempo dos flipers e das fichas de 1990.

 

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