Esportes

Nadadores do Brasil levam prata e bronze nos 50 m peito no mundial

Com tempos de 22s66 e 22s69, eles ficaram atrás apenas do britânico Adam Peaty, 24, considerado um dos maiores nomes da natação atual


Joao Paulo Alexandre
Do Mais Goiás | Em: 24/07/2019 às 12:36:23

(Foto: Oli SCARFF/AFP)
(Foto: Oli SCARFF/AFP)

Pela primeira vez na história, o Brasil tem dois atletas subindo ao pódio em um Mundial de Natação. Na prova dos 50 m peito, Felipe Lima, 34, e João Gomes, 33, conquistaram prata e o bronze, respectivamente, nesta quarta-feira (24), na competição disputada em Gwangju, na Coreia do Sul.

Com tempos de 22s66 e 22s69, eles ficaram atrás apenas do britânico Adam Peaty, 24, considerado um dos maiores nomes da natação atual. Para faturar o ouro, ele fez a marca de 22s06. A categoria não é realizada nos Jogos Olímpicos -quando há somente provas de 100 m e 200 m borboleta.

Agora, o Brasil soma cinco medalhas medalhas neste Mundial de Esportes Aquáticos. Nas piscinas, a primeira delas foi conquistada com Nicholas Santos, 39. Atleta mais velho da competição, ele ficou com o bronze nos 50 m borboleta nesta segunda-feira (22) ao terminar a prova em 22s80.

Na maratona aquática, o país também levou dois ouros com Ana Marcela Cunha, 27, nas provas dos 5 km e dos 25 km. Ela é a maior medalhista em mundiais na história das provas em águas abertas.

A grande decepção até agora foi no revezamento 4 x 100 m livre. O time masculino ficou com a sexta colocação ao terminar a prova em 3min11s99 e frustrou a alta expectativa criada após a segunda colocação no mundial de 2017 em Budapeste, na Hungria. Antes da estreia na competição, a suspensão do titular Gabriel Santos, 23, flagrado no antidoping pelo uso de clostebol, forçou uma mudança na escalação ideal, que também conta com Marcelo Chierighini, 28, Pedro Spajari, 22, e Breno Correia, 20.

Ao todo, o Brasil soma 43 medalhas em mundiais: nas piscinas são nove ouros, oito pratas e oito bronzes; nas águas abertas, são seis ouros, três pratas e sete bronzes.