Acidente

Morre trabalhador da Comurg internado após acidente com caminhão de lixo em Goiânia

O homem foi levado para o Hugol no último sábado (10) depois que o caminhão de lixo em que trabalhava tombou. O motorista do veículo, que estava embriagado, foi preso e liberado depois de pagar fiança


Jessica Santos
Do Mais Goiás | Em: 13/08/2019 às 11:49:57

(Foto: Divulgação/CGM)
(Foto: Divulgação/CGM)

Após quatro dias internado, o trabalhador da Comurg, Marcio Alves de Sousa, teve a morte cerebral confirmada na manhã desta terça-feira (13), pela Delegacia Especializada em Investigação de Crimes de Trânsito (Dict). O homem foi levado para a unidade de saúde no último sábado (10), depois que o caminhão de lixo em que trabalhava tombou em uma rotatória do Setor Buena Vista IV, em Goiânia. O condutor do veículo, que apresentava sinais de embriaguez, foi detido e liberado após pagar fiança. O caso é apurado pela Polícia Civil (PC).

Segundo expõe a corporação, o motorista Edilson Lopes de Amorim trafegava pela Rua Ernesto Teodoro de Morais, no setor citado, quando tentou fazer a rotatória no local e perdeu o controle do automóvel, que tombou na via. Dois trabalhadores estavam na caçamba do veículo no momento do acidente. Glaubert Paulo de Almeida conseguiu pular do caminhão e sofreu apenas escoriações. Já Márcio, que continuou no veículo, sofreu traumatismo craniano depois de bater a cabeça no chão.

Agentes da Guarda Civil Metropolitana (GCM) estiveram no local e relataram que o condutor do caminhão apresentava sinais de embriaguez. Ele foi conduzido à Dict. No local, Edilson foi submetido ao teste do bafômetro, cujo resultado foi positivo para presença de álcool no organismo. Aos policiais, o homem afirmou ter bebido apenas um copo de vinho. Ele foi liberado após participar de audiência de custódia e pagar fiança.

Conforme expõe a delegada responsável pelo caso, Nilda Andrade, o Hugol está cumprindo protocolo para atestar o óbito. A família irá a doar os órgãos.

Ao Mais Goiás, a assessoria da Comurg informou que abriu procedimento interno para tomar medidas cabíveis. A empresa afirmou ainda que o motorista deve ser exonerado e que a instituição presta a assistência necessária à família da vítima.

 

 

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