Do Mais Goiás

Morre Sergio Ricardo, expoente da bossa nova e do cinema novo

Cantor, compositor e cineasta, autor de 'Zelão' e do filme 'Esse mundo é meu', ganhou fama, a contragosto, por ter quebrado violão em festival

Cantor e compositor Sérgio Ricardo, que morreu nesta quinta-feira (Foto: Divulgação)
Cantor e compositor Sérgio Ricardo, que morreu nesta quinta-feira (Foto: Divulgação)

Morreu na manhã de quinta-feira, aos 88 anos, no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, o músico, compositor escritor, pintor e cineasta João Lutfi, que passou à história com o nome artístico de Sergio Ricardo.

Um dos integrantes de primeira hora da bossa nova, autor de canções como “Zelão”, e diretor de expressão do cinema novo (com o longa “Esse mundo é meu”, de 1963), Sergio ganhou fama, a contragosto, em 1967 por ter quebrado um violão no II Festival da Música Brasileira, quando foi vaiado ao apresentar a canção “Beto bom de bola”. Não foi divulgada a causa da morte do artista.

Descendente de libaneses, Sergio Ricardo nasceu em 1932 em Marília, no estado de São Paulo. Em 1940, entrou para o Conservatório da cidade, onde estudou piano e teoria musical, e, seis anos depois, mudou-se com a família para a capital. Em 1949, ele foi para Santos, onde trabalhou com rádio e como pianista de boate.

Morreu na manhã de quinta-feira, aos 88 anos, no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, o músico, compositor escritor, pintor e cineasta João Lutfi, que passou à história com o nome artístico de Sergio Ricardo.

Um dos integrantes de primeira hora da bossa nova, autor de canções como “Zelão”, e diretor de expressão do cinema novo (com o longa “Esse mundo é meu”, de 1963), Sergio ganhou fama, a contragosto, em 1967 por ter quebrado um violão no II Festival da Música Brasileira, quando foi vaiado ao apresentar a canção “Beto bom de bola”. Não foi divulgada a causa da morte do artista.

Descendente de libaneses, Sergio Ricardo nasceu em 1932 em Marília, no estado de São Paulo. Em 1940, entrou para o Conservatório da cidade, onde estudou piano e teoria musical, e, seis anos depois, mudou-se com a família para a capital. Em 1949, ele foi para Santos, onde trabalhou com rádio e como pianista de boate.