Luto na TV

Morre, aos 84 anos, a atriz Lady Francisco

Ela estava internada desde o dia 5 de maio após sofrer uma queda enquanto passeava com seus cachorros e fraturou o fêmur. Sua morte se deu por falência múltipla dos órgãos.


Altemar Santos
Do Mais Goiás | Em: 25/05/2019 às 17:20:20

Ela estava internada desde o dia 5 de maio após sofrer uma queda enquanto passeava com seus cachorros e fraturou o fêmur. (Foto: Divulgação)
Ela estava internada desde o dia 5 de maio após sofrer uma queda enquanto passeava com seus cachorros e fraturou o fêmur. (Foto: Divulgação)

Famosa na TV, no teatro e no cinema, a atriz Lady Francisco morreu na tarde deste sábado (25) aos 84 anos de idade. Ela estava internada desde o dia 5 de maio após sofrer uma queda enquanto passeava com seus cachorros e fraturou o fêmur. No hospital, seu quadro só agravou e ela começou a apresentar reações negativas ao processo pós-operatório. Sua morte se deu por falência múltipla dos órgãos.

“O Hospital Unimed-Rio informa, com pesar, o falecimento de Leyde Cauquer Francisco, às 13h10 deste sábado, por falência de múltiplos órgãos, decorrente de isquemia enteromesentérica (transtorno vascular agudo dos intestinos). Leyde Francisco estava internada no Hospital Unimed-Rio desde 28 de abril”, disse o hospital em nota.

Lady Chuquer Volla Borelli de Bourbon nasceu no dia 7 de janeiro de 1940, em Belo Horizonte. Atuou na televisão, no teatro e no cinema. Seu último papel foi no programa humorístico “Treme treme”, do Multishow.

Na Globo, a atriz mineira esteve em novelas como “Pecado Capital” (1975), “Explode Coração” (1995), “Barriga de Aluguel” (1990), “Por Amor” (1998) e “Cheias de Charme” (2012).

Após se destacar na rádio e TV Itacolomi, em sua cidade, ela se mudou para o Rio. Foi quando teve breve passagem pela TV Tupi, no começo da década de 70, como parte do elenco da novela “Jerônimo, o Herói do Sertão”.

No cinema, atuou em “Um varão entre as mulheres” (1974) e “O padre que queria pecar” (1975). A filmografia tem também “O crime do zé bigorna” (1977), de Anselmo Duarte; e “Lúcio flávio – o passageiro da agonia” (1977), de Hector Babenco.

Ela também atuou como diretora, ao lado de Levy Salgado, no filme “Anjos do sexo”, de 1981, e se vestiu como homem para cenas de “Os rapazes da calçada”, lançado no mesmo ano.