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Mesmo com liberação da prefeitura, Adson Batista afirma que jogos do Atlético-GO não terá torcida

Adson Batista afirmou que irá seguir o acordo feito no conselho da CBF

Adson Batista, presidente do Atlético-GO
Adson Batista, presidente do Atlético-GO. Foto: Bruno Corsino - ACG

O presidente do Atlético-GO, Adson Batista, definiu que não irá entrar com ação para ter a liberação do público nos jogos do Dragão no Campeonato Brasileiro Série A. De acordo com o dirigente, mesmo com a liberação da prefeitura de Goiânia, o time irá respeitar o acordo feito entre os clubes da elite do futebol brasileiro.

“O Atlético-GO não irá levar o torcedor ao estádio. Nós temos um combinado no conselho técnico da CBF e ficou acordado que só voltaremos quando todos tiverem o principio de igualdade. Queremos isonomia no campeonato. Entendemos que é importante esperar que todas as cidades liberem, porque queremos manter um respeito a competição e a todos os participantes da mesma”, disse o presidente rubro-negro.

Adson Batista também frisou que já era hora do publico voltar aos estádios, já que segundo ele, as coisas estão voltando ao normal. “É muito importante o retorno da torcida. O futebol não pode pagar a conta sozinho. As coisas estão voltando a normalidade, muita gente vacinada, e sou otimista. Em breve vamos conseguir voltar com o público todo”, frisou.

Segundo o dirigente do Atlético-GO, após reunião entre os clubes da Série A e a Confederação Brasileira de Futebol, ficou acordado que as equipes irão se reunir novamente no dia 28 de setembro para uma nova avaliação para o retorno do público na Série A.

Times goianos da Série B irão a justiça para volta do público

Diferente do Atlético-GO, que irá esperar a liberação da CBF, Goiás e Vila Nova, que disputam a Série B do Brasileiro, irão ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva. Os dois irão pedir uma liminar no STJD para receber o público em seus jogos, assim como fez o Cruzeiro. Pelo lado colorado, a informação foi divulgada pelo vice-presidente do clube, Leandro Bittar. Já do lado esmeraldino, o presidente, Paulo Rogério Pinheiro, também havia informado em suas redes sociais que o clube iria procurar seus direitos.