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MBL testa Danilo Gentili em pesquisa para presidente em 2022

Resultado foi que o apresentador do The Noite empatou com Luciano Huck, Dória, Mandetta e Ciro Gomes

MBL testa Danilo Gentili em pesquisa para presidente em 2022
MBL testa Danilo Gentili em pesquisa para presidente em 2022 (Foto: Reprodução SBT)

MBL (Movimento Brasil Livre) contratou uma pesquisa para testar o nome do apresentador e humorista Danilo Gentili como candidato a presidente da República.

NO PÁREO

Com 4%, Gentili apareceu empatado com Luciano Huck, João Doria, Luiz Henrique Mandetta e Ciro Gomes. A pesquisa é do IPE (Institutos de Pesquisa & Estratégia).

REDE

O coordenador nacional do MBL, Renan Santos, diz que a ideia de incluir o nome de Gentili em uma sondagem surgiu depois que eles viram pipocar nas redes uma campanha para lançar o humorista à sucessão de Bolsonaro.

TAPAS

As manifestações começaram depois que a Câmara dos Deputados apresentou um pedido de prisão contra o Gentili ao STF (Supremo Tribunal Federal). O humorista declarou, em março, que a população deveria entrar no Congresso e “socar todo deputado”.

BEIJOS 

Um movimento chamado “Curitiba Contra a Corrupção” chegou a instalar outdoor na cidade lançando Gentili para presidente e o deputado estadual Arthur do Val (Mamãe Falei), de SP, como vice.

DE BAIXO

“É uma coisa que está surgindo de baixo para cima, como aconteceu com o [Jair] Bolsonaro em 2018. Resolvemos então ligar o nosso radar”, diz Renan.

NOSSO LÍDER

O MBL está tentando organizar as suas lideranças para migrarem para um mesmo partido, que poderia lançar o humorista ao Palácio do Planalto. O comunicador André Marinho também participa das conversas. “Mas uma candidatura para valer mesmo depende dele [Gentili]”, diz Renan.

SHOW

Gentili afirma que “ganhar a eleição não seria divertido. Mas participar dela, sim”. Caso entre na campanha, ele diz que fará “o maior show de comédia política que o país já viu”. Vai correr o país num ônibus e participar de debates, onde fará “piada sobre os políticos na cara deles”.

*Por: Mônica Bergamo