Só novinhos

Marília Gabriela confessa que gosta de namorar homens mais novos

"Eu sou uma senhora, eu cheguei a uma idade... Gosto deles? Gosto deles! Acho lindo, é agradável estar com jovens", disse a apresentadora





//

Marília Gabriela contou em entrevista ao site do escritor Aguinaldo Silva que prefere namorar homens mais novos e ainda afirmou que seu último namorado foi um “abacaxi completo”.

“Eu gosto de gente jovem. Mas eu cheguei a uma fase da minha vida em que aprendi o pudor, o pudor no sentido de que eu não acho justo usar de artifícios como a minha inteligência, o meu poder de sedução… Não acho justo impor aos jovens a minha decadência física. Eu sou uma senhora, eu cheguei a uma idade… Gosto deles? Gosto deles! Acho lindo, é agradável estar com jovens. Mas em algum momento eu teria que amadurecer. Afinal, já não tenho aquele furor sexual que tive a vida toda”, contou a atriz e apresentadora.

Gabi também explicou como está sua vida sexual hoje em dia, já que segundo ela própria seu libido diminuiu. “Hoje eu sou mais tranquila. Não quer dizer que eu não goste de sexo. Eu gosto de sexo. O último namorado que tive foi um abacaxi completo. Terminou no final de 2013 e, de lá pra cá, eu não namorei mais. Flerto, brinco… mas durmo sozinha, e durmo bem sozinha. Aproveito a minha cama, os meus espaços”, declarou.

Nessa mesma entrevista, Gabi também contou que teve diversos problemas com Clodovil Hernandes, que apresentou junto com ela a ‘TV Mulher’, nos anos 80 da Rede Globo.

“Tive problemas na época com o Clodovil. Foi terrível, uma inimizade terrível. Ele era despudorado, tentava derrubar o âncora no ar mesmo. Eu saía, dizia que não ia mais fazer o programa. Não havia esse tipo de necessidade. Eram vários egos ali”, disse Gabi, sem cerimônia.

“O Clodovil era muito cruel. Não quero incomodar os fãs do Clodovil. Ele era um cara divertido, tinha talento. Ele era um estilista sensacional, tinha o dom da palavra. Mas teria sido melhor se não fosse tão cruel. Ele era capaz de fazer crueldades imensas. Ele tinha aquela necessidade do protagonismo. Ele fazia a ‘TV Mulher’, era um dos participantes. Ele tinha 5, 10, 15 minutos e se sentia o dono do programa. E agia como tal”, finalizou.