Cidades

Justiça condena a 14 anos de prisão homem que cometeu seis roubos em Goiânia

Diogo Amâncio Lemes praticou uma série de assaltos, sempre portando arma de fogo, entre abril e junho do ano passado nas proximidades do Jardim Curitiba e Jardim das Hortênsias


Thais Lobo

Do Mais Goiás | Em: 03/03/2019 às 11:51:55


Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Diogo Amâncio Lemes foi condenado a 14 anos, dois meses e 20 dias de reclusão por cometer seis roubos nas proximidades do Jardim Curitiba e Jardim das Hortênsias, em Goiânia. A sentença é da juíza Placidina Pires, da 6ª Vara dos Crimes Punidos com Reclusão da comarca de Goiânia.

Consta dos autos que o réu praticou uma série de assaltos, sempre mediante grave ameaça, portando arma de fogo, entre abril e junho do ano passado. Segundo a denúncia, o Diogo roubou duas vezes o mesmo supermercado, um salão de beleza, abordou pessoas na rua e em pontos de ônibus dos bairros. Ele foi preso em flagrante e, na delegacia confessou os crimes. Com ele, a polícia encontrou celulares das vítimas dos últimos crimes.

Na fase de investigações, o réu foi reconhecido pelas vítimas, bem como a motocicleta que ele utilizava para realizar os assaltos, “que constitui mais um elemento de convicção a reforçar o juízo de certeza necessário à responsabilização criminal”, conforme ponderou a magistrada.

Segundo ainda destacou Placidina, “a autoria dos delitos de roubo em questão se encontra, sem dúvida, comprovada pelo conjunto probatório constante do presente caderno processual, especialmente pela confissão do imputado na fase administrativa, pelas palavras das vítimas e pelos depoimentos testemunhais, os quais apontam, sem hesitação, Diogo Amâncio Lemes como autor das infrações penais descritas nos artigos 157, § 2º, inciso 2, e parágrafo 2º-A, inciso 1, ambos do Código Penal Brasileiro”.

Por fim, a juíza destacou que “não há nos autos nenhum fato capaz de retirar a credibilidade das palavras das vítimas e dos policiais militares, tampouco algum indício de que estas teriam qualquer motivação para atribuir a prática dos roubos em tela ao denunciado, caso ele não fosse, de fato, o responsável pelas condutas criminosas em questão”.