Homem morre após atear fogo em carro e ferir ex-namorada, em São Paulo

Ele não aceitava o fim do relacionamento e morreu após ter 60% do corpo queimado. Ex-namorada está internada em estado grave


Da Redação
Do Mais Goiás | Em: 30/09/2019 às 14:38:50

Homem não aceitava o fim do relacionamento e morreu após ter 60% do corpo queimado (Foto:  Repórter Naressi/G1)
Homem não aceitava o fim do relacionamento e morreu após ter 60% do corpo queimado (Foto: Repórter Naressi/G1)

No último domingo (29),um homem morreu após atear fogo no carro em que estava com a ex-namorada em Pirassununga, interior de São Paulo. Segundo testemunhas, Elisangelo Marcondes Francisco dos Santos não aceitava o fim do relacionamento. Segundo o boletim de ocorrência, ele abordou Luciene Ferreira Sena, 39, no momento em que ela deixava a Santa Casa da cidade, onde trabalha como técnica de enfermagem, e entrou no veículo da vítima.

O pedreiro, de 41 anos, dirigiu por cerca de dois quarteirões e ateou fogo no carro. Ele usou um coquetel molotov, bomba incendiária de fabricação caseira. Segundo as autoridades, Santos também travou as portas do veículo para impedir que Luciene deixasse o carro.

Elisangelo morreu após ter 60% do corpo queimado. Luciene teve 80% do corpo queimado e continua internada em estado grave, segundo a equipe que prestou socorro.

Homem morre após atear fogo em carro e ferir ex-namorada, em São Paulo

Luciene está internada em estado grave com 80% do corpo queimado após ataque de ex-namorado em São Paulo (Foto: Redes Sociais)

Resgate

Moradores da região ouviram os gritos da mulher e observaram o veículo em chamas ainda em movimento. O carro só parou ao colidir com outro. Na chegada da Polícia Militar (PM), populares utilizavam uma faca para cortar o cinto de segurança que mantinha a técnica de enfermagem presa ao veículo.

Um comerciante da região recolheu cinco extintores que tinha em seu estabelecimento e apagou as chamas do automóvel até a chegada do Corpo de Bombeiros. “Foi uma coisa muito triste, a gente só ouvia os gritos de desespero”, conta.

*Com informações dos sites UOl e G1