Violência

Grupo armado invade casa, mata jovem e filma ação em Senador Canedo

Suspeitos checaram cômodos até encontrar o rapaz. Depois da fuga, dois dos supostos invasores morreram em troca de tiros com a Polícia Militar; caso é investigado pela Polícia Civil


Da Redação
Do Mais Goiás | Em: 07/08/2019 às 12:13:43

Imagens do vídeo gravado por grupo que matou jovem em Senador Canedo (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Imagens do vídeo gravado por grupo que matou jovem em Senador Canedo (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

O Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) da Polícia Civil (PC) de Senador Canedo investiga o assassinato de um jovem de 17 anos cometido e filmado por um grupo de cinco pessoas, na segunda-feira (5). A vítima tinha antecedentes de atos infracionais diversos e foi morto em sua casa, no Setor Morada do Morro, em Senador Canedo. Dois suspeitos do crime morreram em confronto com a Polícia Militar após o ataque à residência.

Delegado responsável pelo caso, Matheus Noleto não deu informações da investigação que está em andamento. Um vídeo gravado pelos grupo circula por redes sociais. Nele é possível ver os homens invadindo a casa da vítima e atirando contra o jovem.

Após passarem por um quarto e acender as luzes, o grupo notou que não se tratava do alvo. Passaram por uma mulher, que gritou ao ver os homens armados. Assim que encontram o jovem, disparos foram feitos dentro de um outro quarto.

De acordo com informações da Polícia Militar (PM) à imprensa, uma equipe patrulhava a região em decorrência de um outro homicídio – que pode ter ligação com a morte do jovem segundo a corporação – quando foi avisada do ataque ao adolescente. Os policiais foram informados de que os suspeitos estariam em dois carros.

Um dos veículos foi localizado no Residencial Paraíso. Após abordagem, dois homens teriam atirado contra os policiais, que revidaram. Eles foram socorridos, mas não resistiram aos ferimentos.

Em nota, a Polícia Civil informou que o vídeo da execução do adolescente, que, de acordo com a instituição, possuía extensa ficha criminal, não foi divulgado ou compartilhado pela polícia, mas pelos próprios executores. “No mais, a Polícia Civil esclarece que apenas se pronunciará ao término das investigações”, finaliza.