ATUALIZAÇÃO

Goiás ultrapassa os 80 mil casos de coronavírus nesta quinta

Foram 3.393 registros da doença em 24 horas. Número total de óbitos chegou a 1.924


Artur Dias
Do Mais Goiás | Em: 06/08/2020 às 17:39:15

SSP testa servidores contra coronavírus no sudoeste do estado. (Foto: Divulgação / SSP)
SSP testa servidores contra coronavírus no sudoeste do estado. (Foto: Divulgação / SSP)

O estado de Goiás registrou 3.393 casos de coronavírus nas últimas 24 horas, de acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES). Com os números desta quinta-feira (6), o total de confirmações chegou a 80.415. Existem, ainda, 142.334 casos suspeitos. Outros 64.513 já foram descartados.

Foram registrados, também, 94 óbitos nas últimas 24 horas e o montante chegou a 1.924. Além disso, 59 mortes ainda são investigadas. Outras 916 foram descartadas. De acordo com a SES, 71.164 pessoas se recuperaram da doença, o que representa 88,5% dos atingidos pela Covid-19. A taxa de letalidade é de 2,4%.

Coronavírus e faixa etária

O painel eletrônico feito pela SES mostra que a Covid-19 tem atingido mais as pessoas entre 30 e 39 anos. Nessa faixa etária foram registrados 25,6% dos infectados. Em segundo lugar vem aqueles com idade entre 20 e 29 anos, com 20,5%.

Por outro lado, as pessoas menos atingidas pelo coronavírus têm entre 10 a 14 anos, com 1,4% das confirmações. Em segundo lugar vem a faixa acima dos 80 anos, com 2,2%.

Com relação aos óbitos, o maior número de registros está nas pessoas com mais de 80 anos. Nessa faixa estão 25,3% das confirmações. Em seguida vem aqueles entre 70 e 79 anos, com 24,1%.

A faixa etária na qual foram registrados menos óbitos é a de 10 a 14 anos (1 caso), seguida pelos menores de 10 anos (2 casos).

Gênero

O coronavírus tem atingido homens e mulheres de forma equilibrada, com 51,1% dos casos confirmados no sexo feminino e 48,9% no sexo masculino. Nos óbitos, a maioria dos registros são deles (57,8%).

Raça/cor

O painel mostra também que a maioria dos casos foram confirmadas em pessoas autodeclaradas pardas (47,7%). Em seguida vem pessoas brancas (26,4%), amarelas (15,7%), pretas (3,4%) e indígenas (0,1%). Em 6,6%, a raça/cor é ignorada.

Com relação aos óbitos, 45,6% aconteceram em pessoas pardas. Em seguida vieram pacientes brancos (16,3%), pretos (2,8%), amarelos (1,5%) e indígena (1 óbito). Em 33,8% a raça/cor é ignorada.