ATUALIZAÇÃO

Goiás registra 1,7 mil casos de coronavírus e 14 óbitos nesta segunda

Número total de casos chegou a 103.440


Artur Dias
Do Mais Goiás | Em: 17/08/2020 às 17:16:59

(Foto: Dado Ruvic/Reuters/Arquivo)
(Foto: Dado Ruvic/Reuters/Arquivo)

O estado de Goiás registrou 1.715 casos de coronavírus nas últimas 24 horas, de acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES). Com os números desta segunda-feira (17), o total de confirmações chegou a 103.440. Existem ainda 163.386 casos suspeitos. Outros 80.050 já foram descartados.

Foram registrados também 14 óbitos nas últimas 24 horas e o montante chegou a 2.336. Além disso, 57 mortes ainda são investigadas. Outras 1.004 foram descartadas. De acordo com a SES, 94.262 pessoas se recuperaram da doença, o que representa 91,1% dos atingidos pela Covid-19. A taxa de letalidade é de 2,3%.

Coronavírus e faixa etária

O painel eletrônico feito pela SES mostra que a Covid-19 tem atingido mais as pessoas entre 30 e 39 anos. Nessa faixa etária foram registrados 25,4% dos infectados. Em segundo lugar vem aqueles com idade entre 40 e 49 anos, com 20,3%.

Por outro lado, as pessoas menos atingidas pelo coronavírus têm entre 10 a 14 anos, com 1,5% das confirmações. Em segundo lugar vem a faixa acima dos 80 anos, com 2,1%.

Com relação aos óbitos, o maior número de registros está nas pessoas com mais de 80 anos. Nessa faixa estão 25,4% das confirmações. Em seguida vem aqueles entre 70 e 79 anos, com 24,5%.

A faixa etária na qual foram registrados menos óbitos é a de 10 a 14 anos (1 caso), seguida da faixa de 15 a 19 anos (3 casos).

Gênero

O coronavírus tem atingido homens e mulheres de forma equilibrada, com 51,6% dos casos confirmados no sexo feminino e 48,4% no sexo masculino. Nos óbitos, a maioria dos registros são deles (58,9%).

Raça/Cor

O painel mostra também que a maioria dos casos foram confirmadas em pessoas autodeclaradas pardas (48,6%). Em seguida vem pessoas brancas (26,7%), amarelas (15,7%), pretas (3,4%) e indígenas (0,1%). Em 5,4%, a raça/cor é ignorada.

Com relação aos óbitos, 47,2% aconteceram em pessoas pardas. Em seguida vieram pacientes brancos (16,9%), pretos (3,2%), amarelos (1,7%) e indígena (1 óbito). Em 31,1% a raça/cor é ignorada.