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Goiás já pode exportar equídeos e seus materiais genéticos

A medida decorre do reconhecimento, pela UE, de Goiás como área livre de mormo, doença infecciosa que acomete os equídeos, causada pela bactéria Burkholderia mallei.

O Estado de Goiás está autorizado a exportar equídeos vivos, sêmen, óvulos e embriões de equídeos para a União Europeia desde o último dia 24. A informação foi divulgada pelo presidente da Agência Goiana de Defesa Agropecuária, Antenor Nogueira, após notificação pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A medida decorre do reconhecimento, pela UE, de Goiás como área livre de mormo, doença infecciosa que acomete os equídeos, causada pela bactéria Burkholderia mallei.

Para Antenor, a decisão da Comissão Europeia é mais um atestado do elevado status alcançado pela defesa agropecuária de Goiás, tendo em vista os níveis de exigência da UE em relação à sanidade animal. “A Agrodefesa tem conseguido implementar uma política de defesa agropecuária efetiva, à altura das demandas dos mais exigentes mercados internacionais”, diz o presidente.

A decisão da UE é tanto mais significativa porque das 27 unidades da Federação, além de Goiás apenas mais cinco estão autorizadas a exportar equídeos e materiais genéticos da espécie para o bloco europeu: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal e Rio de Janeiro. “São vitórias que se somam e que nos dão a certeza de que valem a pena os investimentos e a luta de Governo e produtores rurais pela crescente qualidade sanitária de nossos produtos”, diz Antenor Nogueira.