ATUALIZAÇÃO

Goiás chega a 240 mil casos de coronavírus nesta terça-feira

Foram registrados 1.361 casos e 43 óbitos nas últimas 24 horas


Artur Dias
Do Mais Goiás | Em: 20/10/2020 às 17:51:00

(Foto: Marcello Casal Jr./ Agência Brasil)
(Foto: Marcello Casal Jr./ Agência Brasil)

O estado de Goiás registrou 1.361 casos de coronavírus nas últimas 24 horas, de acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES). Com os números desta terça-feira (20) o total de confirmações chegou a 240.415. Existem ainda 237.902 casos suspeitos.

Foram registrados também 43 óbitos nas últimas 24 horas e o montante chegou a 5.444. Além disso, 223 mortes ainda são investigadas. De acordo com a SES, 230.554 pessoas se recuperaram da doença, o que representa 95,9% das pessoas atingidas. A taxa de letalidade é de 2,3%.

Coronavírus e faixa etária

O painel eletrônico feito pela SES mostra que a Covid-19 tem atingido mais as pessoas entre 30 e 39 anos. Nessa faixa etária foram registrados 24,1% dos infectados. Em segundo lugar vem aqueles com idade entre 20 e 29 anos, com 20,4%.

Por outro lado, as pessoas menos atingidas pelo coronavírus têm entre 10 a 14 anos, com 1,9% das confirmações. Em segundo lugar vem a faixa acima dos 80 anos, com 2%.

Com relação aos óbitos, o maior número de registros está nas pessoas com idade entre 70 e 79 anos. Essa faixa concentra 25,8% dos casos registrados. Em seguida vem a faixa acima dos 80 anos, com 24,8%.

A faixa etária na qual foram registrados menos óbitos é a de 10 a 14 anos (2 mortes), seguida da faixa de menores de 10 anos (8 mortes).

Gênero

O coronavírus tem atingido homens e mulheres de forma equilibrada, com 52,9% dos casos confirmados no sexo feminino e 47,1% no sexo masculino. Nos óbitos, a maioria dos registros são deles (59%).

Raça/Cor

O painel mostra também que a maioria dos casos foram confirmadas em pessoas autodeclaradas pardas (43,3%). Em seguida vem pessoas brancas (26,2%), amarelas (15,6%), pretas (3,3%) e indígenas (0,1%). Em 11,5%, a raça/cor é ignorada.

Com relação aos óbitos, 47,1% aconteceram em pessoas pardas. Em seguida vieram pacientes brancos (19,7%), pretos (3,5%), amarelos (1,6%) e indígena (4 óbitos). Em 28% a raça/cor é ignorada.