ÓBITOS

Explosão em posto de combustíveis deixa 13 feridos na rússia; vídeos

Estouro aconteceu em um posto de combustíveis na cidade de Volgograd (antiga Stalingrado)


Da Redação
Do Mais Goiás | Em: 10/08/2020 às 12:58:38

(Foto: Reprodução)
(Foto: Reprodução)

Quase uma semana após as explosões que deixaram mais de 100 mortos e 4 mil feridos no Líbano, a Rússia sofre seu próprio episódio dramático. Uma explosão ocorrida em um posto de combustíveis na cidade de Volgograd (antiga Stalingrado) deixou cerca de 13 feridos na manhã desta segunda-feira (10). A cidade tem aproximadamente 1 milhão de habitantes e fica a quase 900 quilômetros da capital Moscou.

Segundo informações, ocorreram várias pequenas explosões simultâneas e o acidente começou com um incêndio em um tanque de gás. Entre os feridos estão também bombeiros. Ainda não há relatos de mortes.

De acordo com as agências de notícias da Rússia, a primeira explosão ocorreu às 5h40 no horário de Brasília. Ainda segundo a mídia, todos os serviços de emergência estão trabalhando no local, assim como um grupo investigativo, que trabalha para estabelecer todas as circunstâncias do incidente.

Recentemente o vice-ministro de Saúde da Rússia, Oleg Gridnev, anunciou que o governo registrará a primeira vacina do país contra a Covid-19 no próximo dia 12. A fórmula é desenvolvida pelo laboratório Nikolai Gamaleia em parceria com o Ministério da Defesa.

A federação já havia anunciado na última semana que começará uma campanha de vacinação em massa com o imunizante no mês de outubro. A promessa, no entanto, é encarada com ceticismo por especialistas.

Líbano

O número de feridos no caso do Líbano supera 4.000 e o de mortos passa de 100, segundo a Cruz Vermelha Libanesa. O país vive hoje os efeitos da sua mais grave crise econômica desde o fim da guerra civil, em 1990.

O país do Oriente Médio corre o risco de não conseguir lidar com a enorme demanda de serviços médicos para os feridos. “Na situação atual do Líbano, não há como atender os feridos. Por conta da crise econômica, os serviços públicos estão entrando em colapso”, alerta Maurício Santoro, professor do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

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