FolhaPress

Ex-faxineira fatura R$ 372 mil vendendo lascas de unha

Além das unhas, ela também vende calcinhas usadas

Ex-faxineira fatura R$ 372 mil vendendo lascas de unha

Uma ex-faxineira de Londres, na Inglaterra, estava afundada em uma dívida de 6 mil libras esterlinas (cerca de R$ 46 mil) quando decidiu tentar a sorte com a venda de fetiches online. O plano deu certo e, quatro anos após iniciar a venda calcinhas usadas, Yasmin* diz ter faturado 50 mil libras (cerca de R$ 372 mil) e incentiva outras mulheres a entrarem nesse mercado.

A jovem, que é conhecida como Yasmin Night, viu a vida dela se transformar depois de anunciar a venda de calcinhas usadas por 75 libras (equivalente a R$ 560) na internet.

“Eu trabalhava como faxineira, mas estava cansada da maneira como era tratada. Isso estava literalmente me deixando doente, eu estava em apuros financeiros e estava cansada disso”, revelou.

Ao passo que a clientela aumentava, todavia, os pedidos ficavam cada vez mais inusitados. “Os pedidos de itens incluíam calcinhas, meias, sutiãs, mas já vendi absorventes, urina, cabelo, aparas de pés, biquínis e até unhas dos pés”, disse a mulher para o site Daily Star.

O faturamento, que já era alto e incluía presentes como roupas de grife, compras de supermercado e eletrodomésticos, ficou ainda maior quando um cliente em específico decidiu ser o mecenas de Yasmin.

Apesar de não conhecer a mulher pessoalmente, o cliente paga as contas domésticas de Yasmin e até já bancou uma viagem luxuosa para ela e o namorado, que também recebe uma “gratificação extra” por permitir a relação diferenciada da amada.

“Ele está até procurando um carro para mim. Tudo o que eu quero, ele paga a conta”, revelou Yasmin ao explicar que o homem misterioso “gosta de ser controlado financeiramente.”

A vulgaridade do mercado de fetiches não rendeu apenas dinheiro, como também boas histórias para Yasmin. Ela escreveu um livro sobre suas vendas mais curiosas, em que revela ter vendido itens para “alguns indivíduos bem conhecidos” que “queriam mais do que apenas uma calcinha”.

Além de censurar o nome desses clientes famosos, Yasmin também preserva a própria identidade ao contar apenas para “amigas muito próximas” que vende fetiches. “Não quero atenção por fazer o que faço”, afirma.

Mesmo assim, a ex-faxineira incentiva outras mulheres a tentarem mudar suas vidas nesse mercado inusitado. “Seja apenas para ganhar um dinheiro extra ou trabalhar em tempo integral, é dinheiro fácil e você nunca sabe se pode encontrar um mecenas como aconteceu comigo”, ilustrou.

*Nome fictício