APARECIDA

Estuprador em série é condenado a 9 anos de prisão

Sentença em questão diz respeito a um estupro cometido por Welinton na noite de 13 de maio de 2016, na Vila Romana, em Aparecida


Ton Paulo
Do Mais Goiás | Em: 25/09/2020 às 19:39:21

Foto; Reprodução
Foto; Reprodução

Wellington Ribeiro da Silva foi condenado a 9 anos e 4 meses de prisão em regime fechado em uma audiência realizada ontem, quinta-feira, 24, pelo crime de estupro, em Aparecida de Goiânia. Wellington foi preso em setembro do ano passado em uma operação da Polícia Civil e, de acordo com o Ministério Público de Goiás (MP-GO), indiciado por 32 estupros.

A sentença em questão diz respeito a um crime cometido por Welinton na noite de 13 de maio de 2016, na Vila Romana, em Aparecida, e que foi denunciado pelo MP-GO. Wellington, conforme o órgão, abordou uma mulher que voltava da escola onde estudava e seguia para casa. Ele apontou uma arma de fogo para a cabeça da mulher e informou que se tratava de um assalto, ameaçando atirar na vítima caso ela olhasse para ele.

Em seguida, Wellington exigiu que a mulher entregasse aliança e celular, mas como ela não possuía os objetos, foi obrigada e entrar em um lote baldio, onde o estupro foi consumado.

Estuprador em série

Wellington Ribeiro da Silva foi preso no dia 22 de setembro de 2019 pela Polícia Civil, na Operação Impius. Ele foi indiciado por 32 estupros, cuja autoria lhe foi atribuída por meio de exames de DNA realizados pela Superintendência de Polícia Técnico-Científica.

Conforme informações da polícia, os inquéritos policiais sobre os estupros foram concluídos em outubro do ano passado e a maior parte dos processos tramitam na 3ª Vara Criminal de Aparecida de Goiânia.

O estuprador em série teve a sentença sendo proferida pela 2ª Vara Criminal de Aparecida de Goiânia, através de uma audiência realizada por videoconferência. Wellington está preso na Penitenciária Odenir Guimarães, de onde se conectou para o julgamento.

Quanto a crime que o levou à condenação, o juiz autor da sentença entendeu que havia a “necessidade de censurar de forma anormal a conduta criminosa do sentenciado, uma vez que praticou o crime com violência real e grave ameaça”. Conforme o juiz, há registros de outros crimes imputados contra Welinton, “inclusive execuções penais por delitos graves cometidos anteriormente, como estupro e latrocínio”.