Da Redação
Do Mais Goiás

Dois homens são presos tentando entrar com 29 celulares em presídio de Formosa

Objetos estavam escondidos dentro de tijolos que seriam utilizados na reforma em andamento na unidade

Agentes evitam entrada de 29 celulares em presídio de Formosa
Agentes evitam entrada de 29 celulares em presídio de Formosa

Dois homens foram presos tentando entrar com 29 celulares no Presídio Estadual de Formosa na tarde desta quinta-feira (14). Os agentes descobriram que os itens estavam escondidos dentro de tijolos, que seriam utilizados na reforma que está em andamento na unidade. A identidade dos suspeitos não foi revelada.

De acordo com a Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP), além dos celulares, foram encontrados também 29 cabos USB, 19 chips de operadoras, nove carregadores para telefones móveis, sete fones de ouvido e uma bateria para celular.

Este é o segundo flagrante em menos de uma semana. De acordo com o diretor do presídio, José Carlos Braga, dois homens, um de 21 e outro de 33 anos, chegaram para realizar a entrega do material de construção. Em seguida, os agentes deram início à revista nos tijolos e através de Scanner, foram identificados os produtos eletrônicos escondidos. Os tijolos seriam destinados para reforma de camas e muretas de banheiro.

Além disso, a direção do presídio abriu procedimentos administrativos internos para apuração do caso. Depois das averiguações, serão aplicadas aos possíveis destinatários dos objetos as sanções disciplinares em conformidade com a Lei de Execução Penal. Após o corrido, os suspeitos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil da cidade.

Apreensão anterior de celulares

Cerca de outros 50 celulares, uma bateria para telefonia móvel e 21 cabos USB foram confiscados no último sábado (9), na mesma unidade. Os objetos estavam escondidos em pedras utilizadas na construção civil e que serão assentadas na obra local.

A reforma 

O presídio está em reforma depois de um motim realizado por presos no ano passado. Isso aconteceu devido à deterioração na estrutura do local. A mão de obra utilizada é dos próprios detentos.