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Deputados aprovam mudanças no Ipasgo e inclusão de pais de servidores como dependentes

Entre as mudanças está a determinação de que a perda da condição de titular não implica na exclusão automática dos dependentes

Plenário da Assembleia Legislativa - Mudanças no Ipasgo: perda da condição de titular não implica na exclusão dos dependentes. Filhos poderão incluir pais como dependentes
Concursos públicos em Goiás: Deputados votam mudanças no prazo das nomeações (Foto: Alego - Divulgação)

Os deputados estaduais aprovaram mudanças no Ipasgo, durante sessão realizada na terça-feira (14), na Assembleia Legislativa de Goiás. Caso o texto seja sancionado pelo governador Ronaldo Caiado, filhos poderão incluir seus pais no plano de dependentes.

Entre as alterações também está a determinação de que a perda da condição de titular não implica na exclusão automática dos dependentes inscritos na respectiva matrícula

Durante a discussão da matéria, o deputado Karlos Cabral (PDT) se posicionou favorável à aprovação de projetos que permitem a inclusão de pais dos servidores estaduais como segurados dependentes no Ipasgo. Cabral lembrou que a inclusão estava suspensa desde 2017.

“Estamos fazendo uma justiça que há muito tempo os servidores esperavam”, apontou o deputado.

Mudanças no Ipasgo: medida cautelar impulsiona retomada dos serviços

O deputado Gustavo Sebba (PSDB) afirmou, em plenário, ter entrado com medida cautelar junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) para que a decisão de corte de 50% das cotas de procedimentos eletivos seja suspensa e o atendimento volte a ser garantido aos servidores públicos.

“Nós vivemos um momento de dificuldade muito grande, neste momento ainda de pandemia, mas já numa projeção pós pandemia, onde os procedimentos eletivos estão acumulados”, disse.

“É um momento em que o plano de saúde tinha que estar mais estruturado para dar conta dessa demanda, que tinha que ter um planejamento mínimo de orçamento do ano passado, vigente para esse ano, já pensando nessa demanda reprimida”, frisou.

O peessedebista destacou a contribuição por parte dos servidores públicos, diante da consequência de uma decisão não discutida. “O servidor público que contribui, que teve aumento, que teve ajuste da sua contribuição recentemente não está tendo retorno”, disse.