Da Redação
Do Mais Goiás

Deputado estadual pede que governo suspenda cobrança de consignados de servidores públicos

“Não vejo o motivo dos bancos, que ganham tanto sempre da sociedade, não entenderem o que está acontecendo", argumento Eduardo Prado

Fundo partidário paga dirigentes, parentes, amigos e políticos sem mandato
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Um ofício enviado ao governo de Goiás pede que o Estado suspenda a cobrança de dívidas dos servidores públicos em caso de parcelamento ou redução da remuneração deles diante dos reflexos econômicos decorrentes da pandemia do novo coronavírus. Medida foi apresentada em caráter de urgência nesta sexta-feira (3) e objetivo é tranquilizar os trabalhadores que terão a renda comprometida nos próximos meses, em decorrência dos “consignados“.

“Quem faz uso desta espécie de contrato é quase sempre o servidor com mais dificuldades, o mais necessitado”, aponta o deputado estadual Eduardo Prado, que ofereceu a proposta. Segundo ele, o texto abrange contratos vigentes, que estão em dia e limitados aos valores acordados pelo servidor público. Segundo ele, todos os brasileiros têm feito concessões.

“Não vejo o motivo dos bancos, que ganham tanto sempre da sociedade, não entenderem o que está acontecendo. Vejam vocês que existe uma rede de solidariedade e de reconhecimento dos tempos difíceis. Precisamos socorrer os servidores também.”

Destaca-se, ainda, que ofício requer ao governo de Goiás a garantia de suspensão dos juros e do lançamento das parcelas de empréstimos consignados de servidores públicos estaduais, além de tratar dos casos de parcelamento ou redução da remuneração, caso em que a mesma porcentagem deverá refletir no valor da prestação do empréstimo consignado.