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Delegação do Boca Juniors é liberada após 12 horas de depoimento na Polícia Civil

Ao todo, 7 integrantes da delegação do clube argentino foram identificados como autores da confusão

Foto: Divulgação/Globo

Integrantes da delegação do Boca Juniors e alguns funcionários do Atlético/MG foram liberados no início da tarde desta quarta-feira (21) após prestarem depoimentos na Polícia Civil de Minas Gerais. Os envolvidos foram conduzidos a delegacia depois de uma briga generalizada no estádio do Mineirão, após o apito final da partida válida pela Libertadores da América.

Apesar do fato, ninguém ficou detido, porém o clube argentino teve de pagar fiança de R$ 3 mil para dois membros da delegação serem liberados. De acordo com a Polícia Civil foram recebidas duas ocorrências no plantão. O primeiro pelo crime de dano qualificado. Já a segunda ocorrência, 4 integrantes do time argentino assinaram um Termo Circunstanciado de Ocorrência pelos crimes de lesão corporal e desacato.

Ao todo, sete pessoas do Boca Juniors foram identificados como autores do incidentes no estádio do Mineirão e foram fichados na polícia mineira. Marcos Rojo, Diego González, Carlos Zambrano e o dirigente Raul Cascini assinaram o TCO por lesão corporal. Já Cristian Pavón, Sebástian Villa e Norberto Briasco foram denunciados por dano ao patrimônio.

Por conta dos depoimentos à Polícia Civil, a delegação do Boca Juniors acabou perdendo o voo na madrugada de quarta-feira (21). Por isso, o time embarcou na tarde desta quarta e chegará na Argentina no início da noite.

Após terem sido liberados dos depoimentos, a delegação do Boca Junior foi direto para o aeroporto e no caminho o zagueiro Lisandro López fez um gesto obsceno para à reportagem da Rede Globo, que filmou o atleta.