Do Mais Goiás

Casal é flagrado furtando lojas com criança de colo em Quirinópolis; vídeo

Apesar de imagens de segurança das lojas flagrarem a ação dos suspeitos, eles não foram presos

Com criança de colo, casal é flagrado furtando lojas, em Quirinópolis
Com criança de colo, casal é flagrado furtando lojas, em Quirinópolis (Foto: Divulgação/PC)

Um casal foi flagrado, nesta quinta-feira (6), furtando lojas acompanhados de uma criança de colo. O caso ocorreu na cidade de Quirinópolis. Os suspeitos são um homem de 23 anos e uma mulher, de 19. Apesar de imagens de segurança das lojas flagrarem a ação deles, que cometeram pelo menos oito crimes, segundo a Polícia Civil. Ambos estão em liberdade, já que não foram identificados nos dias em que cometeram as subtrações.

Ao Mais Goiás, a delegada Camila Vieira Simões informou que o casal veio da cidade de Várzea Grande, no Estado do Mato Grosso. Até o momento, estima-se que ambos já tenham cometido juntos pelo menos oito furtos no comércio do interior goiano.

“Quatro dos furtos ocorreram em um comércio de bebidas, um em uma farmácia, dois em supermercado e o último em uma loja de óculos e relógios”, informou a delegada.

Segundo a investigadora, os dois realizavam pequenos furtos e sempre do mesmo modo, um ficava responsável por distrair os atendentes, enquanto o outro realizava a subtração dos itens. No último furto, o casal levou um relógio que custava R$ 429,00. Em seguida, eles venderam o objeto por R$ 200 para um comerciante para abater uma dívida.

Durante interrogatório o casal confessou a autoria dos crimes e os ambos deverão responder pelo crime de furto qualificado pelo concurso de pessoas. Quanto ao uso do bebe nos delitos, a delegada informou que deverá ser avaliado pelo juiz.

Apesar de imagens de segurança das lojas flagrarem a ação dos suspeitos, eles não foram presos (Foto: Divulgação/PC)

“Vamos encaminhar os fatos ao Conselho tutelar também para que a situação da criança seja avaliada”, detalhou.

A divulgação da imagem e a identificação dos autores foi procedida nos termos da Lei 13.869/2019, com o intuito de auxiliar no surgimento de novas vítimas que eventualmente os reconhecerem.