Laylla Alves
Do Mais Goiás

Campanha Pipa sem Cerol será antecipada para esta sexta (1°/5)

Em razão do confinamento, cronograma sofreu alterações. Além de ter início em maio, não tera data-limite para ser encerrada

Campanha pipa sem cerol começará mais cedo este ano

A campanha Pipa sem Cerol, promovida anualmente em Goiânia pela Guarda Civil Metropolitana (GCM), geralmente tem início no fim do mês de junho, às vésperas das férias escolares. Este ano, entretanto, a programação será antecipada para sexta-feira (1°/5), em razão do confinamento provocado pala pandemia de coronavírus.

A iniciativa visa conscientizar crianças, adolescentes e até adultos sobre o perigo do uso de cerol e orientar a todos sobre a brincadeira de forma saudável. “Não somos contra a brincadeira, somos contra o cerol” disse Luiz Galvão, coordenador da campanha da Guarda Civil Metropolitana de Goiânia.

Em razão do novo coronavírus (Covid-19) a GCM, não tem data prevista para o encerramento da campanha, pois crianças e adolescentes ficarão em casa por conta da quarentena e há probabilidade da brincadeira persistir em voga até o fim do isolamento. “A GCM, irá patrulhar praças, lotes baldios e onde houver aglomerações de crianças e adolescentes” disse Luiz Galvão.

A campanha, ajuda na redução de incidentes com vítimas fatais e ferimentos graves provocados por cerol ou linhas chilena e indonésia.

Vítimas

Desde o início da campanha, os números de acidentes com as mencionadas linhas estão diminuindo. Em 2009 não houve registro de vítimas fatais. Em 2010, o cerol fez 47 vítimas de acidentes leves a graves, com quatro mortes. No ano seguinte: 2011, houve uma morte.

No ano de 2012, aconteceram três casos de acidente classificados como grave/gravíssimo, sem nenhuma vítima fatal. Em 2013, no mês de julho, aconteceu a morte de uma jovem de 22 anos, moradora da região Oeste de Goiânia.

Em 2014, na capital não houve nenhum acidente fatal, já em 2015 houve o registro da morte de Francisco de Assis Pereira, 60, na BR-153, próximo à Vila Redenção, na capital.

Desde 2016, Goiânia não registrou nenhuma morte causada pelo uso de cerol.

*Laylla Alves é integrante do programa de estágio do convênio entre Ciee e Mais Goiás, sob orientação de Hugo Oliveira

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