Cidades

Briga entre presidiários deixa um morto na Penitenciária Coronel Odenir Guimarães, em Aparecida

De acordo como informações iniciais confirmadas pela Polícia Militar, presos rivais de três alas entraram em confronto


Thiago Burigato

Do Mais Goiás | Em: 23/02/2017 às 12:10:54


Penitenciária Odenir Guimarães, no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia. (Foto: Reprodução)
Penitenciária Odenir Guimarães, no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia. (Foto: Reprodução)

Uma briga de presos deixou ao menos uma pessoa morta na Penitenciária Coronel Odenir Guimarães (antigo Cepaigo), no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, na manhã desta quinta (23). De acordo como informações iniciais confirmadas pela Polícia Militar, presos rivais de três alas entraram em confronto.

A Superintendência Executiva de Administração Penitenciária (Seap) da Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP) informou que o tumulto foi contido já no fim da manhã. Neste momento, forças policiais e servidores providenciam o adentramento na unidade a fim de promover extensa varredura à procura de armas e outros objetos ilícitos.

Conforme a Seap, os acontecimentos tiveram início com desavença entre presos de alas separadas, o que resultou na morte do detento Thiago César de Souza, conhecido como Thiago Topete, que cumpria pena por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Ele era considerado um dos maiores traficantes do Estado.

Durante a ocorrência, outros onze detentos ficaram feridos. Não houve reféns e nenhum servidor foi atingido.

Várias equipes do Graer, Bope e Choque se deslocaram para a penitenciária. Três viaturas do Corpo de Bombeiros também estiveram no local.

“Diante do conflito, a Superintendência de Administração Penitenciária solicitou apoio da Polícia Militar, para garantir a segurança dos internos e servidores, e do Corpo de Bombeiros Militar, com o propósito de atuar no socorro de vítimas. Durante todo o processo, os servidores da Seap tiveram papel decisivo no sentido de restabelecer o diálogo e conter o tumulto”, afirmou o órgão, por meio de nota.