Do Mais Goiás

Bolsonaro deve se filiar ao Partido da Mulher Brasileira para reeleição

Informação é do jornalista Thiago Nolasco, da Record TV. Político deve mudar o nome da legenda

Governo sofre pressão internacional para
Centrão quer troca de ministros para tentar moldar Bolsonaro em 2022 (Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom)

O Partido da Mulher Brasileira (PMB) deve ser a próxima “morada” do presidente Jair Bolsonaro, que atualmente está sem partido. A informação é do jornalista Thiago Nolasco, a Record TV. O objetivo do político é mudar o nome do partido e preparar terreno para disputar a reeleição em 2022.

Atualmente, a legenda não conta com representantes no Congresso e tem três deputados estaduais pelo país: Diogo Senior, no Amapá; Neto Loureiro, em Roraima; e Maria Bethrose Fontenele Araújo, no Ceará. A legenda conseguiu eleger 46 vereadores nas eleições do ano passado.

Bolsonaro é cotado para ser presidente ou presidente de honra do partido. Isso dará aval para que ele mude o nome da legenda e ser o responsável por abrir caminho para que aliados de outras legendas possam ajudá-lo na campanha em 2022.

O futuro presidente do PMB disse que, depois de repaginado, ele lançará o maior número possível de candidatos no próximo ano. Com a mudança, Bolsonaro encerra a criação do Aliança Pelo Brasil.

Racha com o PSL

Bolsonaro saiu de Partido Social Liberal (PSL) em novembro de 2019, após desgaste entre o presidente e o gestor da legenda, Luciano Bivar. Foi prometido a Bolsonaro o controle total do partido e que, inclusive, Gustavo Bebbiano – já falecido – iria administrar a legenda.

Porém, Bebbiano saiu do partido um mês e 18 dias após ficar como interino. Bivar foi reconduzido ao cargo depois da convenção nacional. Bebbiano que instruiu Bolsonaro a se filiar na legenda e com os ideias fez com que a legenda se tornasse a segunda maior do congresso, com a eleição de 52 deputados federais.