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Do Mais Goiás

Paço articula votos para derrubar decreto legislativo que suspende contratação de temporários

Base do prefeito pediu que sessão plenária presencial fosse marcada só para a próxima terça-feira, dia 28

Vereador quer mais de um culto por semana na capital
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O Paço Municipal decidiu colocar à prova a base de apoio do prefeito Iris Rezende (MDB), que emergiu do fim do prazo permitido pela legislação eleitoral para as trocas de partidos – a chamada janela partidária. A articulação política do emedebista quer que os vereadores aliados apreciem o decreto legislativo de autoria das vereadoras Sabrina Garcez (PSD), Priscilla Tejota (PSD) e Tatiana Lemos (PCdoB), que anula a suspensão de 3,1 mil contratos temporários da Prefeitura, a maioria professores e servidores administrativos da Educação.

A sessão plenária conturbada desta quarta-feira (22) terminou com a decisão do líder do prefeito, Welington Peixoto, de retirar o pedido de diligência do decreto à Procuradoria Jurídica da Casa, uma manobra regimental para adiar indefinidamente a votação do decreto legislativo das vereadoras da oposição. A base irista entendeu que não haveria clima para sessão virtual ou presencial para amanhã e aproveitou a suspensão temporária das atividades em razão da pandemia de coronavírus para pedir à mesa que marcasse a próxima sessão presencial só para a próxima terça-feira, dia 28.