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Twitter reage a postagem de Haddad: “Duro lidar com um vírus e um verme”

Fernando Haddad, #PraCimaDelesPresidente e #ReageBolsonaro são assuntos de destaque, no microblog


Francisco Costa
Do Mais Goiás | Em: 23/03/2020 às 16:37:13

Foto: Wilson Dias-Agência Brasil
Foto: Wilson Dias-Agência Brasil

Além de Medida Provisória (por conta da MP-927, que tratava de suspensão de trabalho por quatro meses), outros assuntos de destaque no Twitter no começo da tarde desta segunda-feira (23) eram: Fernando Haddad, #PraCimaDelesPresidente e Verme. O curioso é que a hashtag (PraCimaDelesPresidente) estava relacionada com o ex-presidenciável petista e ganhou força após uma publicação do ex-prefeito de São Paulo: “É duro ter que lidar com um vírus e um verme, simultaneamente.”

Inclusive, a palavra “Verme” já estava com 162 mil tuítes por volta das 15h28 por conta da postagem de Haddad. Parte deles direcionados ao atual presidente e a outra ao próprio petista – e ainda aos eleitores de ambos os lados.

Vale destacar que Fernando Haddad não cita explicitamente quem é o “verme” em seu texto. O vírus, obviamente, é o coronavírus.

Reage Presidente

Outra tag que também surgia nesta tarde era a #ReageBolsonaro. Levantada, inicialmente, por apoiadores do presidente, mas também usada pelos críticos, ela pedia, entre outras coisas, o pronunciamento do presidente contra as “mentiras” da imprensa a respeito da MP-927 (Medida Provisória 927).

Vale destacar que a Medida Provisória 927 teve, no começo da tarde, o art. 18 revogado pelo presidente. Este trecho permitia a suspensão do contrato de trabalho por até 4 meses sem salário.

De forma mais detalhada, este artigo dizia que, durante o estado de calamidade pública, o contrato de trabalho poderia ser suspenso por até quatro meses, para que empregado participasse de curso de qualificação profissional não presencial, oferecido pela empresa ou por outra instituição. Essa suspensão poderia ser acordada individualmente com o empregado e não dependia de acordo ou convenção coletiva.

Houve muita crítica e “barulho” por conta deste trecho da MP.


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