BBB 17: Após falar com Polícia, Marcos sai do Confessionário rindo e dançando

A Delegacia da Mulher do Rio de Janeiro disse que apuraria o caso de uma suposta agressão do médico à namorada, Emilly


Murillo Soares
Do Mais Goiás | Em: 10/04/2017 às 20:34:09

Marcos não falou o real motivo de ter sido chamado ao Confessionário (Foto: Reprodução/TV Globo)
Marcos não falou o real motivo de ter sido chamado ao Confessionário (Foto: Reprodução/TV Globo)

Atualização: 20h45

Como prometido pela delegada Márcia Noeli Barreto, diretora da Divisão de Polícia de Atendimento à Mulher, a Polícia foi nesta segunda-feira (10) à casa do Big Brother Brasil conversar com Marcos. Segundo divulgado pela assessoria de imprensa da Polícia Civil do Rio de Janeiro, o órgão registrará uma ocorrência contra o médico.

Policiais foram à casa mais vigiada do Brasil e falaram com Marcos no Confessionário. A Rede Globo não exibiu o que foi conversado nas imagens de pay-per-view, tampouco a Polícia comentou o que aconteceu. Entretanto, ao sair o cômodo, o cirurgião riu, dançou e mentiu para a namorada.

Ao ser indagado por Emilly por que ele foi chamado ao Confessionário, o brother teria dito que a Vivara quis presenteá-los com um par de alianças, brincando. Mantendo o mistério, Marcos não revelou a verdadeira pauta da conversa.

Pouco depois, a Polícia também falou com Emilly, que saiu aos prantos após uma conversa de 10 minutos no Confessionário. Ela também não deu detalhes do que falou no cômodo ao namorado, apenas foi à área externa da casa e por lá ficou, pensando e chorando.

Lei Maria da Penha

Em entrevista ao site Buzzfeed Brasil, Márcia Noeli disse que a Polícia pedirá que Emilly faça um exame de corpo de delito e vai apurar a situação da sister com o namorado. Caso o resultado seja positivo, mesmo se ela não prestar queixa contra Marcos, ele ainda será investigado e enquadrado na Lei Maria da Penha. Ela, entretanto, já confessou a Ieda que o médico a beliscou durante uma festa.

De acordo com o artigo 5º da Lei, configura-se como violência doméstica e familiar contra a mulher “qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial: (Vide Lei complementar nº 150, de 2015)”.