Do Mais Goiás

Aparecida registra mais de quatro mil casos de covid nos últimos 28 dias

Quando se divide o período em dois intervalos de 14 dias, nota-se redução de 1,2% no número de casos

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Dez Estados e o Distrito Federal já reportaram infectados pela variante, mas especialistas acreditam que o número possa ser bem mais alto (Foto: Jucimar de Sousa/Mais Goiás)

Aparecida de Goiânia registrou 4.321 casos de Covid-19 entre os dias 19 de maio de 2021 e 15 de junho de 2021. Os dados da Secretaria Municipal de Saúde mostram que o número de contaminados saiu, no período, de 64.609 casos para 68.810. Um incremento de 6,5% no número de pessoas que tiveram contágio pelo coronavírus na cidade.

O primeiro intervalo de 14 dias, entre o dia 19 de maio e 1 de junho, teve maior número de contágios notificados: 2.173. O segundo intervalo de 14 dias, entre 2 e 15 de junho, o número foi um pouco menor: 2.148. O que mostra queda de 1,2% no contágio entre os dois intervalos. Os intervalos de 14 dias são usados para calcular a média móvel e, assim, chegar a projeções de como avança a pandemia.

Reportagem do Mais Goiás publicada na semana passada mostrou que o cenário pandêmico de Aparecida passa por avaliação. Há preocupação quanto aos índices a serem averiguados para aumento, ou não, das restrições no município. Nova reunião do Comitê Municipal de Prevenção e Enfrentamento à pandemia deve ser realizada nesta semana para avaliação dos indicadores.

Medidas

Há receio do corpo técnico da prefeitura é que o feriado de Corpus Christi tenha afetado o número das contaminações. Além do número de casos ativos por dia, o Comitê analisa outros indicadores para tomar as decisões sobre a fase a ser adotada no escalonamento por zonas em Aparecida: taxa de ocupação de leitos;  número de casos ativos; o percentual de resultados positivos entre os exames do tipo RT-PCR realizados; o tempo médio para obtenção dos resultados dos testes; e o percentual de profissionais de saúde afastados.

O painel da Secretaria Municipal de Saúde mostra que a taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na rede pública está em 50%, enquanto na rede pública a 82%.