Brasil

Segunda-feira, 18 Novembro 2013 às 08:19

Caso Joaquim: laudo descarta morte por agressão ou afogamento





(Foto: Reprodução)

(Foto: Reprodução)

De acordo com a necropsia feita no corpo do menino Joaquim Ponte Marques, 3 anos, estão descartadas as possibilidades de agressão, esganadura e afogamento.

O laudo, que deve ser divulgado nesta segunda-feira pela delegacia que investiga o caso, no entanto, não mostra ainda a causa da morte, segundo o médico-legista e diretor do Instituto Médico Legal (IML) de Barretos, Maurício Moretto.

A criança foi achada morta no rio Pardo a 150 quilômetros de Ribeirão no dia 10 de novembro, com suspeita de overdose de insulina. As informações foram publicadas no jornal Folha de S. Paulo.

Os exames que podem detectar insulina no corpo estão sendo feitos pelo IML de São Paulo e saem dentro de 20 dias. O padrasto, Guilherme Raymo Longo, 28 anos, e a mãe, Natália Mingoni Ponte, 29 anos, suspeitos pela morte do menino, estão presos.

Hoje será julgado pela juíza Isabel Cristina Alonso dos Santos Bezerra, da 2ª Vara do Júri e das Execuções Criminais, o pedido de revogação da prisão temporária de Longo, feito na quinta-feira passada. Ela havia negado o primeiro pedido de prisão do casal.

A polícia espera obter ainda nesta segunda-feira a quebra dos sigilos telefônicos de Longo e Natália para saber se o casal fez ligações na madrugada em que a criança teria sumido de casa.

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