Brasil

Segunda-feira, 11 Novembro 2013 às 08:40

Corpo do menino que sumiu perto de Ribeirão Preto foi encontrado

A polícia e o Ministério Público veem indícios da participação da mãe e do padrasto no caso




(Foto: Reprodução)

(Foto: Reprodução)


A Justiça de Ribeirão Preto, a 313 quilômetros de São Paulo, aceitou, na noite deste domingo (10/11), pedido de prisão temporária do casal Natália Mingoni Ponte e Guilherme Raymo Longo, mãe e padrasto de Joaquim Ponte Marques, 3, cujo corpo foi encontrado neste domingo no rio Pardo.

O corpo de Joaquim foi encontrado pelo dono de uma propriedade rural no início da tarde de ontem a 150km da cidade em que morava. O reconhecimento do cadáver no Instituto Médico Legal (IML) foi feito pela mãe, pelo pai, Arthur Paes, e pelo avô materno do menino. Natália disse que a roupa do garoto encontrado era idêntica à que o filho usava na noite em que desapareceu. Uma das hipóteses é a de que menino tenha sido atirado em córrego que fica a alguns metros da casa da família e deságua no rio.

Com o encontro do corpo do menino e a confirmação de que ele não morreu afogado, a polícia decidiu fazer o novo pedido de prisão, aceito pelo juiz plantonista Cássio Ortega de Andrade. De acordo com as investigações, a criança morreu antes de ser jogada na água. A polícia acredita que ele tenha sido vítima de envenenamento ou agressão.

A polícia e o Ministério Público veem indícios da participação da mãe e do padrasto no caso. Ambos negam. Neste domingo, Natália limitou-se a afirmar que "é muito inocente".

Tópicos: violência


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